Ricardo Mateus é natural de Frias, em Albergaria-a-Velha, e aos 36 anos realizou o sonho de ser cantor, cumprindo, assim, a promessa realizada à avó. O “Cantor das Rosas” tem conquistado corações de norte a sul do país e falou, em entrevista ao AUDIÊNCIA, sobre a sua história e as suas ambições.

 

 

 

Ricardo, quando e como começou a sua carreira musical?

Eu comecei a minha carreira musical mesmo profissionalmente aos 36 anos de idade, mas canto desde os meus 15 anos, com participações em bandas e alguns karaokes.

 

 

Desde que entrou no mundo da música, como tem sido a sua vida?

Tem sido fantástico conhecer pessoas muito carinhosas que gostam do meu trabalho e que me seguem imenso. Eu cresci em famílias humildes e desde sempre lutei pelos meus sonhos sozinho nunca deixando ser quem sou ou esquecer as minhas raízes.

 

 

Qual foi o momento mais importante da sua carreira?

Eu destacaria o momento em que gravei o tema que dediquei à minha avó. Foi a música “Avozinha” que me lançou para a ribalta e que me fez ficar como “Cantor das Rosas” em Portugal e no estrangeiro.

 

 

Quantos discos tem lançados?

Tenho dois álbuns discográficos lançados. O primeiro intitulado “Avozinha” foi editado na País Real  e o segundo “Baila Encosta” foi editado na Espacial. Só posso agradecer a estas editoras, pelo trabalho realizado.

 

 

Qual foi o álbum mais importante para si?

O disco mais importante foi o primeiro porque foi o que me lançou, mas o segundo não deixa de ser importante, porque também foi um trabalho muito bem conseguido.

 

 

O Ricardo falou sobre a música intitulada “Avozinha”, que foi lançada em homenagem à sua avó. Pode falar-me sobre ela?

Essa música “Avozinha” foi uma música feita por mim em homenagem a minha avó, pois foi graças a ela que eu consegui vencer na música. Poucos meses antes de ela falecer, ela pediu-me imenso para lutar na música e foi exatamente isso o que eu fiz após ela falecer. Por isso, este tema surgiu em sua homenagem e conta com mais de meio milhão de visualizações no Brasil.

 

 

Com o que é que os espectadores podem contar quando assistem a um espetáculo seu?

Podem contar com um espetáculo animado e com a oferta de rosas às senhoras presentes.

 

 

O Ricardo vive em Albergaria-a-Velha. Sente algum tipo de apoio à sua carreira na terra que o viu nascer?

Não sinto grande apoio, mas quando eu peço apoio ao presidente da Câmara eu tenho sempre o seu apoio, apesar de nas festas do concelho eu não ser chamado como gostaria e a falta de apoio a que me refiro é mesmo por aí. Acho que podiam dar mais oportunidades ao artista da terra, em vez de chamarem os de fora. Isto é só uma opinião minha.

 

 

Quais são os seus projetos para o futuro?

Neste momento, eu estou com os espetáculos todos cancelados, mas já tenho alguns contratos feitos para 2021 e, se Deus quiser, será para subir a agenda. Para o futuro, eu conto que já tenho dois singles gravados e espero poder gravar mais assim que terminar esta quarentena e, se possível, gravar um videoclipe para este verão.

 

 

Acredita que o público pode contar com novas músicas em breve? Em que se vão incidir?

Já tenho músicas novas e vão sempre a favor do público que me é fiel, que pode contar com músicas animadas e com algumas que falam de amor.

 

 

Tem alguma coisa a acrescentar?

Peço que coloquem um like nas minhas redes sociais, YouTube, Instagram, Facebook e que possam acompanhar o meu trabalho e caso queiram falar comigo ou contratar-me, eu estou sempre disponível para falar com toda a gente. Valorizem a música portuguesa pois é a nossa carta de apresentação para as nossas comunidades portuguesas lá fora.

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