RECORDANDO UM BOM AMIGO

O recinto parecia um clube nocturno, sem ares de discoteca, mas com toda a espécie de gente. Tudo normal, tanto as pessoas como o tempo, deixando notório a separação das elites sociais: em um canto se falava da...

A GUERRA DAS BOLAS DOS CORNUDOS

Faria mais sentido publicar esta crónica no dia 25 de Abril, quando se festeja os cornos dos outros em algumas localidades do território português. Por falar nisso, devo dizer que me deixa intrigado o facto de ...

O FORAL DA RIBEIRA GRANDE

Por volta de 1505 Lisboa era uma cidade rica e uma das mais importantes da Europa. Talvez por isso, pela sua afluência a gente de numerosas nacionalidades, e sem ter um sistema de saneamento básico como devia d...

O HINO DOS AÇORIANOS

Num dia destes tive dificuldade em cicatrizar os golpes de uma choradeira imprevista, por causa de uma música que a curiosidade me fez ouvir. Quem disse que este coração de pedra não palpita? Imaginem: o Hino d...

RECORDANDO DONA ZENAIDE

Como em seguimento da crónica anterior, na qual tentei "glorificar" o Adro das Freiras, não deixaria agora, de modo algum, a oportunidade de falar um pouco de uma pessoa que me deixou uma marca na vida, reforça...

O GLORIOSO ADRO DAS FREIRAS

Uma das melhores notícias que este ano recebi foi aquela que me informou acerca da renovação do "glorioso" Largo das Freiras, que brevemente estará concluída. O largo, ou adro, como era mais  conhecido, já sofr...

MÁSCARAS SORRIDENTES

Nos dias que correm, estando as pessoas preocupadas com aqueles que hão-de vir, quando cada qual vai contando as migalhas de pão que come, para além de ir controlando todos os desperdícios. Os olhos estão posto...

A INGRATA GRATIDÃO

Nos dias que correm as palavras de gratidão andam de boca em boca. Não são de ninguém mas de quase toda a gente. Infelizmente, muitas vezes é necessário se passar por épocas ou situações quase idênticas a esta,...