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OS RAPAZES DA RUA (5)

Diziam os mais velhos que “o diabo nunca quis nada com rapazes”, e também se ouvia dizer que “os rapazes são o poder do diabo”. Na minha fraca maneira de compreender as coisas sempre  entendi estes ditos. Vi...
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O REGRESSO DO ZÉ CEBOLA

  O amigo João Luís Pacheco, detentor de vários títulos de cidadão, de pelouros e comendas, ao assumir a presidência dos Amigos da Ribeira Grande (USA) recebeu uma fuseirada que dizia que na organização...
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RECORDANDO DONA ELVIRA

Ao entrar na sala número cinco deparámos com uma senhora alta, de cabelos aloirados, expressando as boas-vindas com um largo sorriso nos dentes. Era a Dona Elvira, de quem toda a gente dizia ser a melhor profes...
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OS RAPAZES DA RUA

Seguindo o raciocínio de promessa ser dívida, proponho-me nestas linhas pagá-la, antes de serem aplicados juros. Assim, começarei pelo futebol de rua, que era a brincadeira do ano inteiro. Jogo proibido, como t...
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OS RAPAZES DA RUA (3)

Trabalhavam como normalmente se movimentavam os pedreiros das ilhas lá pelos anos setenta. Mestre Gil, lá no alto da escada, aperfeiçoava uns remendos que fizera na parede frontal da casa, enquanto que Manuel, ...