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O REGRESSO DO ZÉ CEBOLA

  O amigo João Luís Pacheco, detentor de vários títulos de cidadão, de pelouros e comendas, ao assumir a presidência dos Amigos da Ribeira Grande (USA) recebeu uma fuseirada que dizia que na organização...
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RECORDANDO DONA ELVIRA

Ao entrar na sala número cinco deparámos com uma senhora alta, de cabelos aloirados, expressando as boas-vindas com um largo sorriso nos dentes. Era a Dona Elvira, de quem toda a gente dizia ser a melhor profes...
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OS RAPAZES DA RUA

Seguindo o raciocínio de promessa ser dívida, proponho-me nestas linhas pagá-la, antes de serem aplicados juros. Assim, começarei pelo futebol de rua, que era a brincadeira do ano inteiro. Jogo proibido, como t...
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OS RAPAZES DA RUA (3)

Trabalhavam como normalmente se movimentavam os pedreiros das ilhas lá pelos anos setenta. Mestre Gil, lá no alto da escada, aperfeiçoava uns remendos que fizera na parede frontal da casa, enquanto que Manuel, ...
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OS RAPAZES DA RUA

As aventuras que não foram vividas nos tempos de infância e juventude por vezes aparecem oportunas em nossos sonhos algumas décadas depois. Por incrível que possa parecer, depois dos cinquenta anos de idade est...
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AS NOSSAS FESTAS

Um ano e tal de restrições, a caminho de dois, e sabe Deus quando isto vai acabar. “Socialismo” por um canudo. Encontros a seis pés de distância têm sempre um pouco de pressa, e nunca se mete a conversa em dia....
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PORCA PARA FUSO

Dizem que “quem conta um conto acrescenta um ponto”, e toda a gente sabe que é verdade. Nas oralidades os pontos duplicam-se e triplicam-se. Angela Furtado Brum, no seu livro Açores – Lendas e outras históri...