Tempos saudáveis esses que hoje recordamos com nostalgia e  a escassez continuidade, que nos dias de hoje já não é tão manual, mas cada vez mais industrial. As pessoas juntavam-se com os escadotes ao ombro e os cestos ao lado da anca e com a rodilha(um pano enroscado),para por na cabeça para não magoar, cantando e assobiando na maior azáfama com ansiedade de acabarem o mais cedo possível. Havia uma caraterística muito peculiar os mais pequenos tinham o frete, que era apanhar os bagos das uvas que caiam no chão, então punham os pequenos a desempenhar essa tarefa. Se fosse preciso um dos mais novos colher as uvas, discutiam as idades e então ia o mais velho subir o escadote . Como diz o ditado tudo acaba.

Hoje já não atribuem essa tarefa os bagos que caiem lá ficam. É como diz o ditado “grão a se enche o papo”, neste caso, uva a uva enche o vinho”. Esta tradição é muito procurada pelo estrangeiros principalmente no na região do Douro vinhateiro, os turistas são imensos, para participarem nesta atividade no seu programa de férias. Ainda bem porque valorizam a mossa cultura e o bom nome do nosso país além fronteiras No final juntam-se ao redor de uma grande mesa farta em que no final se saciam com presunto, cebola com sal, uma “punheta” de bacalhau e uma broa caseira e depois uma boa caneca do tinto para regar estas calorias que de vez em quando sabe tão bem degustar.

De seguida homens de calças arregaçadas ou de calções, depois dos pés bem lavados sobem o lagar par e em redor a cantarolar e para assim pisarem o vinho que durante a colheita foram ralando no esmagador para o lagar.

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