A Associação Paroquial de Oliveira do Douro realizou uma “grande noite de fados” e homenageou o poeta e exímio guitarrista Américo Peixoto da Costa, na sede da coletividade. O evento contou com a presença de Elísio Pinto, vereador da Câmara Municipal de Gaia, em representação de Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Gaia, de entidades civis e militares e da comunidade em geral.

A Associação Paroquial de Oliveira do Douro reuniu os sócios e os amigos da coletividade para uma “grande noite de fados”, que contemplou um jantar, no qual foram servidos os tradicionais rojões à portuguesa, caldo verde ou papas e sobremesas variadas.

Geninha Costa, Teófilo Pinto, Sara Soares, Manuel Salé, Carolina Oliveira e Miguel Bandeirinha deram voz ao fado e foram acompanhados por Paulo Gomes e António Lopes, mais conhecido por Neca, nas guitarras e por Marco Lourenço na viola.

A sala estava cheia e António Amaral conduziu os presentes ao longo de uma noite repleta de entusiasmo e alegria.

Elísio Pinto, vereador da Câmara Municipal de Gaia, fez questão de participar neste evento em representação de Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Gaia, e salientou que “é um gosto enorme estar aqui na Associação Paroquial de Oliveira do Douro a representar o senhor Presidente da Câmara de Gaia. O fado é algo que está nas nossas veias e particularmente aqui, em Oliveira do Douro”.
Contudo, nem só de fado se fez a noite. A direção da Associação Paroquial de Oliveira do Douro, presidida por António Coelho, aproveitou o evento, que teve como mote “Fadistas da Nossa Terra”, para homenagear Américo Peixoto da Costa, a título póstumo.

“A direção da Associação Paroquial De Oliveira do Douro, reunida em 11 de abril de 2017, deliberou por ocasião do seu evento de 13 de abril de 2019 – Grande Noite de Fado – Fadistas da Nossa Terra, manifestar a título póstumo, o seu maior reconhecimento ao Filho da Terra Américo Peixoto da Costa, exímio guitarrista, poeta, amigo dos mais desfavorecidos, reconhecido pela sua abnegada disponibilidade de servir a comunidade, com especial ênfase a colaboração ativa no meio associativo, compondo lindas poesias para as marchas populares, tocadas e dançadas pelo nosso rancho folclórico, magistralmente cantadas pelos fadistas da nossa terra, ao som do trinar das guitarras”, afirmou Gonçalo Carneio, diretor da Associação Paroquial de Oliveira do Douro, aquando da entrega da distinção à filha do reconhecido, Eugénia Costa, intitulada por Geninha Costa, que cantou, juntamente com Teófilo Pinto, um fado escrito pelo pai.

António Amaral lembrou ainda a história da relação existente entre a Associação Paroquial de Oliveira do Douro e a Paróquia da região, o que conduziu à entrega de uma lembrança, por parte de António Coelho, ao Padre António Teixeira.

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