O Clube Fluvial Portuense foi fundado a 4 de novembro de 1876, na Rua Cimo do Muro da Ribeira, no Porto, e assume-se como sendo a coletividade mais antiga da cidade do Porto e a terceira mais antiga de todo o país. A comemoração do 144º aniversário desta coletividade contemplou a realização de uma cerimónia simbólica, que decorreu nas instalações do complexo desportivo e contou com a presença de Valentim Miranda, presidente da direção do Clube Fluvial Portuense, Sofia Maia, presidente da União de Freguesias de Lordelo do Ouro e Massarelos, e César Navio, administrador da Ágora.

 

 

 

O Clube Fluvial Portuense celebrou 144 anos de existência, no passado dia 4 de novembro. Todavia, devido ao atual contexto de pandemia, a data foi assinalada com o ato simbólico do hastear das bandeiras e, uma vez que a realização da tradicional Gala dos Campeões não foi possível, também contemplou a entrega de troféus aos atletas que se distinguiram na época de 2019/2020.

Valentim Miranda, presidente da Direção do Clube Fluvial Portuense, revelou ao AUDIÊNCIA que esta comemoração representa “o festejar de um passado, que tem presente e projetos para o futuro, do clube que é o mais antigo do Norte do país e o terceiro mais antigo de Portugal e isto enche de orgulho a família fluvialista. «Somos Fluvial»”, frisando que “a covid-19 fez com que déssemos largas à imaginação, de forma a que os atletas não ficassem sem a distinção a que têm direito e, por isso, realizamos primeiro o hastear das bandeiras e, depois, com os cuidados e as recomendações da DGS, a entrega dos troféus aos campeões e recordistas das várias modalidades. No total, distinguimos 90 campeões da época desportiva passada”.

Em 144 anos, foram inúmeras as modalidades que fizeram parte da história deste clube que, atualmente, conta com remo, natação pura, natação águas abertas, natação master, natação adaptada, natação artística e polo aquático, no seu leque de desportos aquáticos.

Relativamente ao futuro, o presidente da Direção do Clube Fluvial Portuense sublinhou que “tem a garantia absoluta dos associados e dos jovens, com a grandeza de uma instituição de utilidade pública, sem fins lucrativos, que desenvolve as suas atividades nas duas margens do rio Douro, nas cidades do Porto e de Vila Nova de Gaia, criando campeões, que levam o nome destes concelho e de Portugal pelo mundo. No Fluvial os sonhos são da formação e do dia-a-dia dos jovens, que são o futuro de uma sociedade que se pretende saudável e com valores humanos, que o desporto ajuda a criar”.

No seguimento da valorização dos jovens e da formação, Valentim Miranda fez questão de agradecer, também, aos técnicos e aos atletas porque, mesmo no atual contexto pandémico, conseguiram manter-se em atividade. “É necessário valorizar, enaltecer e agradecer o trabalho que foi desenvolvido por toda uma equipa de dirigentes, colaboradores, técnicos, atletas, pais, amigos e empresários, que constituem esta grande família fluvialista e que os nossos antepassados se orgulhariam de ver, face à grandeza alcançada por este nosso/vosso Fluvial. Pelo Fluvial, ial ial ial!”, ressaltou o presidente da Direção do Clube Fluvial Portuense.

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