O nosso e vosso jornal entra hoje nos 18 anos de existência. Um sonho que se tornou realidade.

Altura para recordar o seu fundador, Fernando Fonseca e bravos colaboradores avintenses que já nos deixaram, mas que onde estiverem sentirão o “AUDIÊNCIA” como parte deles e orgulho na sua longevidade. José Maria Martins e Júlio Martins serão eternamente nossos!

Em Avintes nasceu e na sua “Pedra da Audiência” se inspirou e seu lema criou. “Dar voz a quem não tem”, lado a lado com os humildes da sociedade.

De Avintes galgou fronteiras, estendeu-se a todo o concelho de Vila Nova de Gaia, para mais tarde o Grande Porto abraçar, o oceano Atlântico conquistar e nos Açores se instalar.

Hoje somos uma pequena, mas irreverente, equipa que facilmente se identifica. Apostamos na verdade e proximidade na informação e o coração de todos pretendemos conquistar.

Os leitores são o nosso porto de abrigo. Lado a lado convosco prometemos continuar a crescer e a evoluir para que o nosso contributo profissional e social sejam mais valias no quotidiano de cada um.

 

Eduardo Vítor Rodrigues

Vila Nova de Gaia, nestas eleições autárquicas, voltou a dar o seu voto de confiança a Eduardo Vítor Rodrigues.

O Partido Socialista, beneficiando claramente do desempenho do Presidente da Câmara Municipal, não deu hipóteses em qualquer das 15 Juntas de Freguesia do concelho.

O PSD, apesar de coligado com o CDS/PP e PPM, não conseguiu sequer aproximar-se e dolorosamente continua infernizado por guerras internas que não são boas para o futuro do concelho.

José Cancela Moura vergado pela errática estratégia que assumiu demitiu-se e arrastou consigo todos os órgãos dirigentes da concelhia social-democrata. O poder terá caído na rua e a distrital rapidamente agendou eleições para 30 de outubro.

Como damos nota, este passo que poderia ser entendido, como uma oportunidade ao diálogo e á unidade em prol de um objetivo superior, de imediato desencadeou um ataque de todos os opositores da demissionária concelhia que viram, este ato, como uma tentativa de José Cancela Moura se perpetuar no poder através de um “testa de ferro” e uma fuga para a frente na ânsia do poder não lhe escapar.

Muita água ainda vai passar mas, as mensagens que saem para o exterior não auguram nada de bom, no futuro imediato. Os militantes estão desolados e aguardam o aparecimento de um “El-Rei D. Sebastião” que os salvem de mais uma derrocada, mas as alternativas ao “status-quo” vigente acreditam na armadilha que José Cancela Moura lançou e não querem dar o passo em frente, nestas circunstâncias.

Entretanto multiplicam-se os apelos ao boicote eleitoral ou a marcarem presença nesse ato eleitoral,  rasgando o voto em vez de o introduzirem na urna.

Eduardo Vítor Rodrigues terá neste mandato a oportunidade de fechar algumas gavetas e concluir os 12 anos de presidência com um contributo inestimável à comunidade gaiense.

Com Luís Filipe Menezes, Vila Nova de Gaia, deu um grande salto em frente, com Eduardo Vítor Rodrigues cresceu e consolidou-se. Apesar dos “velhos do Restelo”, o concelho progrediu como poucos e a enorme responsabilidade cai em cima destes dois cidadãos na confluência da vontade de equipas que nobremente contribuíram e contribuem.

 

Sérgio Humberto

O jovem que há 8 anos atrás arrebatou a Câmara Municipal da Trofa a Joana Lima, contra todas as expetativas, voltou a merecer a confiança dos trofenses.

A Trofa é um concelho estratégico e de potencialidades incomuns. Nele fervilham empresas líderes e cidadãos com vontade indómita de se assumirem. É um concelho muito jovem que em 2022, finalmente, vai ver nascer a sua casa mãe. O novo edifício sede será inaugurado e o concelho passará a ter melhores condições para servir e orgulho dos seus munícipes.

Sérgio Humberto é um defensor exímio das potencialidades do seu concelho. Estamos certos que o seu nome ficará para sempre marcado, pelas suas gentes, como alguém que tão alto elevou a Trofa.

 

Alexandre Gaudêncio

Nem a chuva impediu, Alexandre Gaudêncio, e centenas de apoiantes saírem à rua para gritarem, bem alto, vitória!

O presidente do município da Ribeira Grande, vítima de insinuações e ataques dos radicais socialistas, acolheu com notória satisfação o apoio da população ribeiragrandense. Uma vitória histórica quando alguns acenavam com a sua queda iminente.

Lurdes Alfinete foi uma boa opção do Partido Socialista, mas o que talvez não contasse é que seriam os próprios socialistas que lhe cortariam as poucas hipóteses de vencer.

O povo foi implacável e não permitiu qualquer veleidade que colocasse em causa o seu presidente e estendeu esta demonstração de forma clara ao derrotar candidatos com Fernando Cordeiro e Emanuel Furtado.

Em Porto Formoso o estrondo da queda foi brutal. Emanuel Furtado nem nos piores sonhos alguma vez pensou no que lhe aconteceu.

Alexandre Gaudêncio é o presidente do povo e é com o povo que vai abraçar os próximos quatro anos.

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