O secretário-geral do PCP Jerónimo de Sousa declarou nos órgãos de comunicação que tem orgulho em ser português, e dá esta resposta, para contrariar o comentário do Presidente da República quando comentou que somos quase todos ucranianos.

No entanto o líder do PCP deveria ser mais ponderado na sua postura, porque dizer que está solidário com aqueles que sofrem e com aqueles que são vítimas da guerra é uma atitude de pouca coerência e falta de bom senso, quando o partido recusa assistir à audição do presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky. É como estar a favor dos ataques de guerra provenientes da Rússia.

O apoio que Portugal está a dar à Ucrânia demonstra que o Povo unido consegue impor uma vontade que contraria um visionário focado numa ambição desenfreada que teima vencer à custa de sangue inocente e à custa de um massacre violento e selvagem que não olha a meios para atingir os seus objetivos e quem apoia estas atrocidades terroristas e maldosas não merece perdão.