É público e notório que o maldito “Coronavírus” tenha tido origem,  em Dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, na China, a sétima cidade em população, com cerca de 10 milhões de habitantes, tendo-se espalhado tanto na China como fora dela.

Ora, tendo a China uma população de 1,3 mil milhões de habitantes, alguém me pode explicar como é que somente se tenham registado 81.349 pessoas infetadas e apenas 3.300 mortos?

Que imagens pudemos ver, nestes últimos tempos, de outras cidades da China, como Ghangai (19 milhões), Pekin (13 milhões) ou Cantão (15 milhões), salvo a recente de Wuhan, que que mostram algo a funcionar?

Alguém acredita nos números divulgados?

Por mim, e tanto quanto puder, riscarei o “made in China” do meu mapa de compras, mas o que se está a verificar é que o Mundo, todo ele, está também neste caso, dela dependente nos meios capazes de minorarem esta Pandemia.

Vou, e os meus, na terceira semana de quarenta e quero aqui deixar a minha eterna gratidão a quem se tem dado de corpo e alma, com suor, lágrimas e até talvez com sangue, a trabalhar, procurando com o seu saber, a sua entrega e a sua solidariedade a minorar sofrimentos e a salvar vidas.

Pouco já posso fazer, a não ser manter-me de pé, de orar por todos e cada um e de esperar  em novos e melhores tempos.

Aliás, nós, portugueses, que tantas vezes nos ignoramos, sabemos, quando é chegada a hora, darmo-nos  aos outros sem cuidar de nós, numa dádiva de doação sem limites e dizer quem somos e que somos.

Bendita a Pátria que “pariu” a raça deste Povo!

Obrigado!

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