António Soares, membro do Conselho Regional

Que resumo faz destes três dias de congresso?
O resumo que faço é que estamos em democracia. É importante que qualquer militante com ou sem responsabilidade exponha as suas ideias e apresente-as a quem de direito para que toda a situação venha a melhorar.

O que pode fazer para contribuir de forma ativa para o PSD?
Aquilo que tenho feito é, efetivamente, lutar pelos interesses do povo. Eu entendo que o Partido Social Democrata, na sua gente, tem de lutar por aquilo que o povo necessita e também pelas nossas ideologias.
Para além disso, sou autarca e estou nesta missão para o bem da população. E julgo que estamos num bom caminho. Acho que as eleições são sempre importantes. Ganhou aquele que teve mais votos, e acho que em todos os partidos deveria ser assim, e não em forma de indicação. Portanto, foi um ato democrático, desejo todas as felicidades ao Gaudêncio e estarei aqui, dentro das minhas possibilidades, para colaborar com ele, como sempre estive com qualquer presidente social-democrata.

Quais são as expetativas para o PSD/Açores nos próximos dois anos?
As minhas expetativas perante a candidatura de Alexandre Gaudêncio é que o partido saia unido e “Rumo à Vitória”. Não se quer outra coisa.

 

 

Carlos Anselmo, membro do Conselho Regional

De que forma vai contribuir para o partido?
Penso que o partido vai entrar num novo ciclo. Estamos a trabalhar para que esse novo ciclo seja vitorioso e em prol do desenvolvimento dos Açores e dos açorianos, e penso que o Alexandre Gaudêncio tem agora um papel, nos próximos dois anos, de credibilizar e de fazer passar uma mensagem e um projeto aos açorianos.

Alexandre Gaudêncio e toda a equipa.
Sim, na pessoa de Alexandre Gaudêncio refiro-me a toda a equipa. Portanto estou convencido que ele e a sua equipa saberão levar a todos os açorianos uma mensagem de esperança, mas sobretudo essa esperança assente num projeto inovador em políticas sociais e de âmbito geral. Desde o problema da saúde, agricultura, turismo, transportes aéreos… e penso que é por aí que ele deverá iniciar agora um novo projeto para que os Açores possam entrar num novo ciclo.

Quais é que são as principais preocupações do partido?
Uma das principais preocupações do partido naturalmente que passa por fazer com que o partido fique assente num novo projeto, que esse novo projeto seja um projeto aglutinador para todos os militantes. Estou convencido de que Alexandre Gaudêncio saberá como fazer com que o partido se una em torno de um novo projeto de governação, mas também um projeto de unificação do partido para que de alguma forma os açorianos possam ter no PSD uma fonte de esperança.

Na sua opinião qual deveria ser a estratégia para capitalizar os votos dos açorianos?
Acho que isso passa muito por ir ao encontro de uma nova política de desenvolvimento que o PSD deve protagonizar. O problema do desemprego é um problema transversal na sociedade açoriana, mas acredito que o Alexandre Gaudêncio e toda a equipa irão encontrar formas de contribuir para uma nova etapa do desenvolvimento dos Açores.

Expetativas para o futuro próximo?
Creio que o futuro do PSD passará fundamentalmente por entrar numa nova etapa de união em torno de um projeto. Estou convencido que o Alexandre Gaudêncio e o Pedro Nascimento Cabral (que também entrou na luta interna) saberão juntos, e com o apoio de todos os militantes, encontrar um projeto diferente, que de alguma forma seja credível internamente, mas que também os açorianos se possam rever nesse novo projeto para os Açores.

Está satisfeito com a distribuição de lugares a representantes da Ribeira Grande quer na Comissão Política Regional, quer no Concelho Regional e também nos outros órgãos?
Penso que quando se trata de escolher pessoas para os cargos, seja de que natureza for e no caso concreto de natureza política, são processos que de alguma forma trazem alguma dificuldade no sentido de se tentar satisfazer todas as alas do partido. No caso em concreto no concelho da Ribeira Grande, satisfazer os anseios e expetativas dos militantes da Ribeira Grande numa estrutura nova que se quer vitoriosa é sempre um processo que cria algumas dificuldades. Mas penso que em traços gerais estão atingidos os objetivos para que o PSD e a Ribeira Grande possam dar o contributo neste projeto.

 

 

Bruno Belo, vogal da Comissão Política Regional

Como é que se sente depois destes três dias de congresso?
Em primeiro lugar, eu penso que este congresso retoma um caminho que o PSD há muito tempo procura. Penso que este congresso tem uma mensagem de vitória, uma mensagem que pode trazer o PSD a governar os Açores (e muita falta têm os Açores de o PSD voltar a governar) e penso que a partir de agora, os próximos dias, ou o dia seguinte, têm que ser analisados, têm que ser vistos sobre o ponto de vista das ideias e dos projetos. Porque mais que as pessoas, temos que falar das ideias agregadores e das propostas que temos para os Açores. E o PSD, obviamente, que a partir de agora tem propostas para os Açores.

“A partir de agora” porque antes não tinha?
Claro que tinha. A partir de agora é um novo ciclo, um novo começo. É um legitimar desta nova equipa que vai liderar o PSD e apresentar propostas aos Açorianos que visem reconquistar a confiança deles, e fazer do PSD um partido do Governo. É com esse propósito que avançamos para o novo ciclo. Por outro lado, penso também que este congresso mostra mais uma vez que o PSD está bem renovado. E é importante que se diga isso porque há 22 anos que o PSD não é poder, e renovar um partido com quadros capazes e habilitados na oposição durante 22 anos, é de facto um partido que está vivo, que tem massa crítica, que pensa, que tem propostas e que pode acrescentar valor aos Açores. E este congresso marcou também esse momento. Vimos imensas pessoas, imensos militantes subirem ao palco com ideias estruturantes para os Açores. Assim o PSD consegue renovar-se, ao contrário, se calhar, do partido que está no poder. Vemos as mesmas caras há quase 22 anos. Esse partido não pode fazer diferente porque as pessoas não são diferentes e as ideias não são diferentes. Foi esse partido que nos trouxe até aqui.  É urgente que o PSD se apresente como alternativa aos Açorianos conquistando a sua confiança com propostas, com ideias, e com uma visão estruturada para a região. Obviamente que eu, sendo um deputado de ilha pequena, vejo com alguma alegria e com ideia de futuro aquilo que é o projeto para as ilhas pequenas. Trazê-las para o resto dos Açores. Equipará-las ao resto dos Açores. Não diminuir as grandes, mas trazer as pequenas, puxá-las para cima. Cada ilha é uma ilha, cada realidade é uma realidade e se calhar temos de pensar em termos projetos diferenciados para cada uma das ilhas. Fazer uma análise, ver quais são os projetos mais eficazes e eficientes em cada uma delas, e não estarmos a medir as coisas iguais quando a base entre si é diferente.

 

 

Flávio Soares, presidente da JSD/Açores

Flávio Soares, um resumo destes três dias.
Enquanto presidente da JSD e como presidente de uma estrutura autónoma do partido, achamos que este é o momento certo para o partido se virar para o exterior: apresentar aos açorianos propostas concretas para melhorar a sua qualidade de vida. É por isso que a JSD se apresente a este congresso com uma moção temática que é um pacote de medidas que nós achamos fundamentais neste momento para o desenvolvimento regional na área da juventude, como é óbvio. Mas achamos também que é um congresso para assumir uma liderança. Tivemos seis anos liderança de Duarte Freitas, agora iniciamos a liderança de Alexandre Gaudêncio, e está mais que na hora de o Alexandre se assumir como líder, trabalhar em prol do PSD, mas acima de tudo em prol dos interesses de todos os açorianos. Estou convicto que a partir de agora as coisas e o PSD estarão completamente diferente. É um partido renovado, com ideias completamente diferentes, um partido virado para o futuro e pronto para os desafios que se avizinham. Não só de 2020, mas também no próximo ano das legislativas nacionais e as eleições europeias.

O que é que a JSD pode fazer de forma ativa para melhorar o partido?
Nós estamos sempre disponíveis para contribuir com propostas, com ideias… estamos disponíveis para colaborar a fazer campanha, mas também a mobilizar a juventude em prol do partido. Costumo dizer que a JSD não é a voz do PSD na juventude. É precisamente o contrário: é a voz da juventude dentro do PSD. Para contribuir com as melhores propostas, para que o partido se apresente como uma verdadeira alternativa ao poder socialista.

Quais é que são as expetativas para esta nova liderança e qual é que é o resumo da antiga liderança?
Em relação ao resumo, na minha opinião pessoal e não enquanto líder da JSD, acho que foram três mandatos bastante interessantes. Tivemos altos, tivemos baixos, mas foram mandatos em que se viu uma renovação do partido. Viu-se aquilo que é necessário. Fecharam-se algumas portas, abriram-se outras… tentar unir o partido nem sempre foi fácil, mas isso são resultados de algumas situações menos positivas. O certo é que Duarte Freitas tentou renovar o partido e conseguiu. A prova disso é que Alexandre Gaudêncio é presidente do PSD/Açores. Em relação ao futuro, espero que o Alexandre agarre o partido como deve ser e que leve avante todas as suas ideias com a sua equipa, que trabalhe em prol dos açorianos mas também que faça representar o PSD como há muitos anos nós não temos visto. E enquanto JSD, é essa a grande expetativa que temos do Alexandre. É uma pessoa jovem, não tem muitos mais anos que eu, e acho que isso pode contribuir imenso. Tenho a certeza que ele vai valorizar a JSD como deve ser.

 

Norberto e Imaculada Gaudêncio, pais de Alexandre Gaudêncio

Norberto Gaudêncio

“Sentimo-nos muito orgulhosos. Achamos que o futuro dos Açores passa também por ele. É com muito orgulho, com alguma preocupação natural de pais, mas sentimo-nos orgulhosos.”

Imaculada Gaudêncio

“Só peço a Deus que o ilumine sempre com os valores que lhe transmitimos. Que faça da política uma missão, que saiba servir como tem servido até agora os mais desfavorecidos, sempre com a sua humildade e o seu sorriso na cara. Foram estes os valores que lhe transmitimos e que esperamos que todos os políticos também façam da politica uma missão.”

 

 

Jaime Vieira, vice-presidente da Comissão Política Regional

Como se sente no início do exercício desta nova função?
Sinto-me com mais responsabilidade, mas acima de tudo tranquilo. Tranquilo porque o desempenho que tenho tido ao longo dos anos em prol do PSD não aumentará devido ao cargo que estou a exercer. Sinto-me lisonjeado e verdadeiramente errado por pertencer a este tão importante cargo, e também por poder contribuir de uma forma direta para aquilo que se pretende num futuro próximo que é, realmente, tornar a pôr o PSD a liderar a Região. Região essa que muito precisa de uma nova liderança. Julgo que com o nosso companheiro Alexandre Gaudêncio, esta liderança irá trilhar um caminho, mas acima de tudo irá demonstrar estar preparada para ser a alternativa ao Governo PS já em 2020.

Porque é que os açorianos precisam dessa alternativa?
Acima de tudo porque basta preparar e basta olhar para aquilo que tem vindo a acontecer nos Açores. Cada vez mais as pessoas estão fartas desta governação socialista. São mais de 20 anos, é muito tempo. Começa-se a ouvir a sociedade civil a criticar mais essa governação… há altas patentes também do Partido Socialista e militantes históricos que começam também a pôr em causa [a governação do PS] e basta olhar para os diversos sectores da região, que tirando o turismo que não é responsabilidade direta do Governo Regional, basta olhar para esses sectores e perceber que realmente a governação socialista chegou ao fim e que os açorianos e as açorianas precisam de uma nova esperança… e essa esperança pode ser trazida pelo PSD/Açores da atualidade.

Qual vai ser a estratégia do PSD/Açores contra a abstenção?
Acima de tudo demonstrar que sem irem à urna não é possível alterar o paradigma em que se encontra a Região. Em segundo lugar, demonstrar que este PSD será uma alternativa credível ao Partido Socialista. Mas uma alternativa em que os açorianos possam esperar de Alexandre Gaudêncio a pessoa certa para o lugar certo. O terceiro fator, extremamente importante, é que de uma vez por todas aproveita-se essa oportunidade de querer mudar e de querer que os Açores passem a uma nova fase (em que a prosperidade chegue a todos os açorianos sem exceção e não apenas a alguns como acontece na atualidade).

Para terminar, um resumo destes três dias de congresso.
Acho que estes três dias de congresso foram de grande magnitude, e acima de tudo de uma demonstração que o PSD está sedento de vitórias. Este PSD quer, rapidamente, voltar àquilo que era no passado, quer aumentar o seu ‘score’ eleitoral e foi dado o mote [para isso] neste congresso. Ficou demonstrado, neste congresso, o novo rumo que pretendemos. E perante isso, acho que estamos preparados para voltar àquilo que éramos. Encontrou-se aqui um PSD unido, a falar numa só voz, e em que todos os militantes parecem perceber agora que o que interessa são os Açores.

 

João Moniz, vogal da Comissão Política Regional

Que resumo pode fazer destes três dias de congresso?
O congresso é sempre um momento de reflexão. Penso que nos últimos três dias tivemos um conjunto de reflexões que permitiram refletir o partido e prepará-lo para os próximos dois anos, que serão anos de desafios (já no próximo ano com dois atos eleitorais: europeias e nacionais, que têm o seu peso e a sua importância). Penso que o partido sai daqui unido, com listas de consenso, com pessoas válidas, com provas dadas, e acredito por isso que o congresso serviu para refletir sobre algumas situações, aliás, faz parte da própria vida do partido: problemas ou situações, resultados eleitorais que foram menos positivos… e este congresso serviu para isso, para refletir sobre essas situações de forma a que esses resultados menos positivos possam ser eliminados do nosso futuro, e que em 2020 o PSD esteja onde quer estar, que é à frente do Governo Regional, vencendo as eleições regionais.

O que é que é preciso o PSD/Açores fazer para voltar a ganhar a confiança dos açorianos?
Em tempos disseram-me, e eu concordo, que quem está na oposição não vence eleições, quem está no poder é que as perde. E infelizmente o Governo Regional a este nível tem estado muito mal. Basta ver os resultados do setor empresarial regional, de algumas dessas empresas (nomeadamente a SATA), basta ver os escândalos que se passam na saúde com questões de evacuações médicas, com nomeações como aconteceu ainda há bem pouco tempo com a responsável pela ARRISCA… com outras situações de menor importância mas que não deixam de influenciar a vida dos açorianos. Neste último mandato do Governo Regional tem havido um autêntico “desnorte”. Não há qualquer orientação estratégica de Vasco Cordeiro e da sua equipa. É uma navegação que é feita à vista, não há uma reflexão por parte do Partido Socialista em relação a questões estruturantes. Recordo, por exemplo, a reflexão tão propagandeada em 2016 em relação à abstenção: criou-se um grupo de trabalho e estou em crer que vamos chegar a 2020 e não há qualquer resultado relativamente a essa temática. Acho que é importante o PSD também reunir-se de pessoas capazes que possam refletir sobre essas questões e fazer uma oposição coerente e forte para que o eleitorado açoriano possa ver no PSD um Governo capaz de resolver os problemas do seu dia-a-dia.

Algumas das coisas que referiu agora são algumas das preocupações do PSD/Açores?
Sem dúvida alguma. Alexandre Gaudêncio terá de, nos próximos dois anos, reunir-se de pessoas, algumas das quais da sua equipa eleita, mas de pessoas da sociedade civil, independentes, mas que são bastante válidas. Muitas delas orientadas à direita e identificando-se de certa forma com a ideologia social-democrata. Mesmo que não se identifiquem mas queiram dar um contributo ao programa do PSD, penso que é importante ir-se buscar essas pessoas, construir uma oposição e um programa do Governo sólido, e com isto então apresentar-se ao eleitorado em 2020. Este é um trabalho que se faz caminhando, o PSD terá de fazer esta caminhada, como é óbvio, mas não deixa de ser importante reunir-se dessas pessoas, que irão com certeza fazer um “governo sombra” e atormentar a vida, de certa forma e no sentido figurativo, do Governo Socialista.

E quanto a formas de capitalização de votos?
Não é segredo. O PSD tem de ir buscar votos à abstenção. Penso que Alexandre Gaudêncio reúne consenso e características que conseguirá ir buscar alguma massa eleitoral a esse nível. Falo por exemplo dos mais jovens, que Alexandre Gaudêncio desde há muito tempo essa parte tem conseguido capitalizar por ser um jovem também. Aliás, penso que qualquer pessoa que vive ou que está nas redondezas da Ribeira Grande, reconhece que é um concelho com muito mais dinâmica. E esta dinâmica foi empregue e é resultado do esforço de Alexandre Gaudêncio, por ser um jovem, por ser uma pessoa capaz, dinâmica, com ideias próprias, querendo dinamizar a Ribeira Grande… e penso que este modelo de governação será possivelmente aplicado no PSD/Açores de forma a ir buscar esta franja da sociedade, que são os mais jovens, que muitas vezes estão distanciados do poder, muitas vezes não votam… e são esses que é importante capitalizar, ir buscar, levar para as mesas de voto e orientar para o nosso programa eleitoral que será apresentado à partida em 2020.

 

 

José António Garcia, membro do Conselho Regional

Um resumo destes três dias de congresso.
Penso que foi um congresso que veio reunir o partido à volta do seu líder, e isso é muito importante para o PSD porque sai daqui renovado e reforçado porque todos temos a convicção de que este é um tempo novo, este será um PSD diferente do anterior, que congrega tudo o que foi feito e também propõe aos açorianos um novo rumo, uma nova linha, e sobretudo uma nova esperança.

Este novo líder é realmente uma esperança para todo o PSD.
Sem dúvida. Em cada congresso e em cada nova liderança há sempre uma esperança. Penso que no caso de Alexandre Gaudêncio essa esperança é renovada e é uma esperança legitimada porque dado o seu percurso político, a sua idade e toda a expetativa que aqui se gerou, temos de facto um líder capaz de galvanizar não só a militância mas também o eleitorado em geral.

O que é que podemos esperar do PSD/Açores?
Podemos esperar uma alternativa séria, segura, uma alternativa que devolva aos açorianos esperança, e também a certeza de que podemos sair da situação em que nos encontramos e podemos proporcionar (quem aos açorianos em geral, quer a cada um dos habitantes de cada ilha) uma nova realidade e sobretudo aquilo que mais desejamos: melhores condições de vida para as pessoas.

Quais as expetativas para os próximos dois anos?
As expetativas são elevadas, mas também são conscientes de que há muito trabalho a fazer. Que é preciso o partido abrir-se, o líder mostrar-se, e que é necessário que cada um de nós seja também o embaixador dessa nova esperança e dessa alternativa que queremos para os Açores.

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