A época natalícia é sinónimo de mais clientes nos restaurantes da Ribeira Grande. Sejam grupos de amigos que se juntam para celebrar o Natal, um jantar em família ou as tradicionais festas de Natal das empresas, o facto é que a maioria dos restaurantes acolhe mais pessoas durante esta quadra.

Mais clientes. É este o resumo de 2018 que fazem os proprietários dos restaurantes por que o Audiência passou. A crise já não se faz sentir da mesma forma: a afluência de clientes é maior durante os meses de época alta, mas na natalícia a maior parte dos restaurantes tem também mais fregueses.

Desde o peixe sempre fresco durante todo o ano, a carne tenra e saborosa e também as refeições caseiras, até ao tradicional bacalhau, cabrito e polvo no forno. A ementa é variada, e os funcionários e proprietários afirmam saber receber o cliente.

Hildeberto Faria, proprietário do restaurante Faria

Quem vem a este restaurante o que é que procura?
Peixe, carne… há muita variedade. As pessoas também gostam da “comida de panela”. Fazemos carne guisada, ervilhas com chouriço, dobrada com feijão, feijão com orelha de porco e chouriço…

variedade. As pessoas também gostam da “comida de panela”. Fazemos carne guisada, ervilhas com chouriço, dobrada com feijão, feijão com orelha de porco e chouriço…

E nesta altura de Natal recebem muitas pessoas?
Em anos anteriores já recebemos mais jantares de empresas. Agora temos muitos grupos de amigos que se juntam e fazem a festa de Natal.

Tem notado mais ou menos afluência de pessoas com o passar do tempo? Falava-se em crise há alguns anos.
Agora já não se fala em crise. Este ano correu muito bem, vieram muitos turistas, e o verão foi muito bom.

Ana Silva, proprietária do restaurante O Silva

Durante esta época natalícia nota mais afluência de pessoas?
Sim. Todos os anos, a partir de uma certa altura, temos reservas de Natal de empresas e também de grupos de amigos. Começou no dia 30 de novembro, e até dia 30 de dezembro temos reservas todos os fins de semana.

O que é que têm para oferecer aos clientes nesta altura?
Temos buffet com várias opções e vários preços, mas também há grupos que preferem à carta. Temos para todos os gostos.

Estão abertos nos feriados e vésperas de feriados?
No dia 24 e 25 estamos encerrados e no dia 31 também. Dia 1 de janeiro estamos abertos.

Tem algo especial na ementa nesta época?
Temos muitas opções. Bacalhau cozido, bacalhau grelhado, cabrito assado… temos sempre esses pratos, entre opções.

Luís Bernardo, proprietário do restaurante Monte Verde

Qual a época que costuma passar cá mais gente?
Geralmente é mais no verão, estende-se entre cinco a seis meses no ano.

Aqui só trabalham com o peixe. Qual a especialidade da casa?
Temos sempre um expositor com o peixe do dia. O cliente escolhe e manda fazer. Temos caldeirada, cozido, filete de abrótea, que é a especialidade… preparamos tudo consoante o interesse do cliente.

Costuma ter jantares de empresa nesta época que se aproxima?
Praticamente não temos jantares de empresa, são mais grupos de amigos.

Nota mais afluência de pessoas no Natal?
Aqui não notamos muita diferença. A diferença é no verão, mas independente do turismo ou não, temos sempre os nossos clientes certos.

‘Dodó’, Chef do Botequim Açoriano

Como é que é o Natal no Botequim Açoriano?
Para dizer a verdade, não têm nada de especial, nos anos passados nem abrimos no Natal. Este ano vamos abrir, e vamos fazer uma ementa alusiva ao dia.

Costumam ter mais marcações nesta época?
Sim, nesta altura recebemos bastantes marcações para o Natal.
Também vamos fazer um evento de degustação vínica, digamos assim [de 15 a 25 de dezembro]. Para já ainda estamos a preparar, mas vão haver surpresas!

O que é que podemos esperar destas refeições que vão preparar?
O bacalhau, o cabrito, também o polvo… é mais ou menos dentro disto.

Vão estar abertos quando?
No dia 25 vamos estar abertos e no dia 31 também.

O que é que o cliente que vem ao Botequim Açoriano procura?
Uma boa mesa e cultura. Não temos um prato especial, algo específico. Aqui sai tudo. É tudo fresco, completamente açoriano e feito na hora.

Marco Costa, chefe de sala do restaurante Associação Agrícola

Como é que costuma ser a afluência de pessoas na época natalícia?
Para além das pessoas que visitam a ilha, há também grupos de empresas que se juntam para comemorar a data. A partir do dia 7 de dezembro até ao dia 22 é a maior afluência. Para além disto, como temos a solução do pavilhão, também temos festas de Natal de grupos com maior número.

Que novidades há no Natal? Há algum prato diferente?
Não temos um prato diferente, principalmente na parte do restaurante. Somos procurados pelo que temos, que é a carne. Nas festas de Natal em maior número é que são criados menus próprios em buffet.

Costumam estar abertos nos feriados e vésperas de feriados?
Nos dias 24 e 25 estamos fechados e no dia 31 [dezembro] também. Já no dia 1 de janeiro estamos abertos.

Sendo um restaurante de referência, há muito turista que cá vem. Vem à procura de quê?
A nossa casa já é bem conhecida e é conhecida pela carne. O turista vem à procura disso. Já há grupos que antes de viajar, telefonam com bastante antecedência para marcar mesa. As pessoas vêm à procura do bife, que é o nosso cartão-de-visita.

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