Alda Maria Castro Dias, nasceu em Lordelo-Paredes, no seio de uma família numerosa, 7 raparigas e 3 rapazes, filha de Joaquim Dias e Maria de Lurdes Leal, casou com Joaquim Magalhães e dessa união nasceu Carlos Miguel.

Desde muito nova foi servir para o Porto, para ajudar a família olhando às suas dificuldades financeiras. Muitas foram as adversidades que atravessou no decorrer da sua vida, sendo que, uma das principais foi há 23 anos atrás aquando um grave problema de saúde de sua mãe apareceu. Problema este que se prendeu com um AVC de que a sua mãe foi vítima, em que os médicos diziam que teria pouco tempo de vida e a sua partida seria para breve, situação essa que se prolongou ano após ano até aos dias de hoje.

Nesta situação crítica teria que arranjar uma solução digna para resolver a situação da mãe, Maria de Lurdes Leal. Então, a Dna Alda assumiu este mui nobre papel de grande responsabilidade e note-se que também é de louvar a atitude de seu marido Joaquim Magalhães em estar de pleno acordo perante uma decisão de total entrega que viria a mudar totalmente as suas vidas. Parabéns a esta grande senhora e lutadora, que abdica há já alguns anos de sua privacidade e liberdade para que nada falte à sua mãe e uma das coisas mais importantes da sua entrega, do seu grande amor e carinho por sua mãe, faz-se notar no olhar brilhante da Dona Lurdes, que lhe diz com grande dificuldade o “oh mãe”. Este artigo aparece com a necessidade de parabenizar esta grande senhora por todos estes anos de sofrimento e alegrias que dedicou e dedica à sua querida mãe.

Neste mundo em que vivemos infelizmente de hipocrisia, guerras e desencontros, devíamos partilhar mais vezes com o próximo, afetos, carinho e o amor. E a Dona Alda é um grande exemplo para nossa sociedade, dado que as pessoas se esquecem que todos nós caminhamos para um final do percurso de vida.

 

P.S: Deveriam haver mais Aldas, neste mundo com tanta falta de afetos e amor.