A exatamente um mês das eleições Europeias do próximo dia 26 de maio, apresentei o Manifesto do PS/Açores. Neste documento vertemos o nosso projeto, as nossas ideias e a nossa Estratégia para afirmar os Açores no contexto Europeu a 5 anos.

O nosso Manifesto, num espírito agregador, de participação e envolvimento de todos, procura derrubar barreiras partidárias e assumir uma Candidatura que represente todos os Açorianos.

Assim, elegemos como prioritárias para os próximos cinco anos, oito áreas setoriais – Agricultura, Pescas e Mar, Política Regional e de Coesão, Economia e Emprego, Política Social, Sustentabilidade Ambiental, Ciência e Inovação e Juventude. Sempre com propostas concretas e exequíveis.

O nosso Manifesto, inteiramente Açoriano e complementar ao Manifesto nacional do Partido Socialista, foi construído com uma ampla participação da Sociedade Civil, de entidades e representantes dos mais diversos setores de atividade com quem temos debatido os desafios futuros. Engloba mesmo sugestões de pessoas de diversos quadrantes partidários – inclusive tradicionalmente afastados do PS/A – mas que quiseram dar força a este projeto, porque compreendem que esta é a única Candidatura que representa os Açores e que tem oportunidade de se concretizar numa efetiva participação dos Açores em Bruxelas.

Sabemos onde queremos chegar e escolhemos as nossas lutas para os próximos cinco anos, em linha com os anseios e as aspirações que resultam do nosso presente e que moldarão, com certeza, o nosso futuro.

Estamos prontos. Estamos munidos de um Plano. Temos uma Estratégia. Temos um documento orientador, com o qual nos apresentamos às Açorianas e aos Açorianos nestas Eleições. Mas isso não significa que estejamos fechados ao diálogo democrático e ao debate com as restantes forças políticas. Muito pelo contrário. Rejeitamos, porém, os discursos de desconfiança nas autoridades políticas e democráticas, e não conseguimos compreender que possa haver quem, por razões de tática partidária, se possa abster de cumprir o dever democrático de esclarecer e motivar os eleitores.

O PS/Açores demarca-se dessa postura. A um mês das eleições, declaramos de forma pública e aberta quem somos, ao que vamos e o que defendemos. E vamos além. O nosso Manifesto foi remetido para casa de todos os Açorianos e está disponível no site da nossa candidatura em Europeias2019.psacores.org. E se, por acaso, nos encontrarmos por aí nas próximas semanas, teremos a oportunidade de discutir, cara a cara, o nosso Manifesto.

Desta vez, por circunstâncias que nos ultrapassam, não está em causa a eleição de um ou de outro candidato. Desta vez não se trata de ganhar ou perder. Desta vez trata-se de dar, através do voto, força à Voz dos Açores na Europa.

É a representatividade dos Açores na Europa que está em causa a 26 de maio e isso não tem cor partidária. É uma questão de identidade e de pertença a esta comunidade de coragem e persistência, que sempre fez questão de falar pela sua própria voz.

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