A JSD e o PSD Açores realizaram a 7ª edição da Universidade de Verão (UV) no passado dia 29 de agosto. Este ano o desafio foi diferente, tendo em conta a situação atual da pandemia que tem afetado o mundo inteiro. Desta feita, realizámo-la de forma digital, tendo sindo transmitida para todos os participantes de forma ‘online’ a partir da ilha Graciosa.

Desde a sua criação em 2014, que a UV Açores tem vindo a figurar como um dos maiores eventos de formação cívica e política da região, tendo sido sempre nosso apanágio descentralizar a sua realização, possibilitando também que os nossos jovens possam conhecer a realidade de cada uma das nossas ilhas.

Ao contrário de outros partidos, o PSD Açores não realiza esta sua iniciativa apenas em anos eleitorais: temos vindo a realizá-la todos os anos, desde 2014, passando por São Miguel (2014), São Jorge (2015), Terceira (2016), Pico (2017), Santa Maria (2018), Faial (2019) e Graciosa (2020). Esta é uma clara aposta do PSD Açores e da JSD Açores na formação de novos quadros, dando voz, oportunidades e ferramentas para que, efetivamente, a geração que se diz mais qualificada de sempre possa ser valorizada em toda a sua plenitude.

Pela Universidade de Verão já passaram cerca de 200 alunos de todas as nossas ilhas; já se realizaram 55 aulas sobre diversas temáticas que estavam (e continuam a estar) na ordem do dia, e até já tivemos uma centena de oradores quer em aulas ou painéis, almoços e jantares conferência ou ainda em sessões de abertura ou encerramento.

Pela Universidade de Verão já passaram oradores como Pedro Passos Coelho, Luís Marques Mendes, Maria Luís Albuquerque, José Manuel Bolieiro e Alexandre Gaudêncio, entre muitos outros da sociedade civil que quiseram partilhar toda a sua experiência pessoal e profissional.

Esta é uma iniciativa que orgulha não só a JSD mas também o próprio PSD dos Açores, pela dinâmica e pela forma interessada com que os jovens têm demonstrado que querem saber mais sobre as nossas ilhas.

Este é o exemplo claro de que a juventude açoriana não está desinteressada nem tão pouco desempenhada, ao contrário do que disse precisamente Vasco Cordeiro em 2016, em “desafiar a participação cada vez mais empenhada, cada vez mais comprometida neste magnifico desafio que é construir o futuro de todas e de cada uma das nossa ilhas (…)”. Esta é uma visão de quem não conhece a realidade da juventude, é de alguém que não vai ao seu encontro, naquilo que é premente nesta altura: saber integrar, valorizar e reconhecer o potencial trabalho que cada um dos nossos jovens poderá fazer pelos Açores. Não bastam palavras, nem tão pouco lembranças da juventude de quando em vez, quando diariamente são negadas melhores oportunidades para os pais, avós e tios do amanhã.

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