Numa altura em que o AUDIÊNCIA se prepara para organizar o Festival da Canção Gaia 2021, José Luís Guimarães (filho do poeta, músico, encenador e autor teatral José Guimarães), professor e investigador universitário, com uma atividade artística diversa e multifacetada, que inclui a escrita em poesia e prosa, a música, o desenho e a pintura, a cenografia e a arquitetura, desfia nesta edição as suas memórias sobre um passado inspirador, que ainda hoje é recordado por grande parte dos “jovens” que têm agora pelo menos mais de 45/50 anos e do qual foi um dos principais protagonistas.  

Autor de 2 livros de poesia com a chancela da editora Âncora, e de muita pintura e desenho por mostrar, compositor e letrista da marcha de São João de Gaia (2020) e de diversos fados, marchas populares e canções, e autor do texto, música, figurinos e cenários do espetáculo de “revista à portuguesa” VEM À REVISTA, com apresentação agendada para os dias 8 e 9 do próximo mês de outubro, no palco da Tuna Musical de Santa Marinha, no âmbito do III Festival de Teatro José Guimarães, ele foi um dos membros da primeira banda juvenil em Portugal (A Comandita), que encantou pequenos e graúdos nos anos 1971 a 1980, arrastando multidões nos espetáculos “ao vivo”.  

Convidámo-lo a recordar esses gloriosos tempos, em que a música a norte conquistou uma grande expressão a nível nacional muito por “culpa” de mais um novo projeto nascido, há exatamente 50 anos, do talento de um homem muito, muito especial.  

 

Vem aí “A Comandita” 

uma história de “encantar” 

 

A formação da banda 

Este foi mais um projeto do meu pai, José Guimarães. Poeta, dramaturgo, encenador, músico, diretor artístico, diretor musical, etc., etc., etc.. Desde muito novo, foi na família que recrutou os primeiros intervenientes para os seus projetos artísticos. Os primeiros atores, os primeiros cantores, as primeiras equipas técnicas. Tudo entre familiares e amigos. Quando se tornou profissional das canções e do teatro, continuou a arranjar sempre pretextos para incluir os familiares nessas atividades culturais. Ninguém estava “autorizado” a não participar, e quantos hoje devem a essas participações os melhores momentos das suas vidas. 

Assim aconteceu comigo e com o meu irmão (Arnaldo Guimarães) e com “A Comandita”. 

O nosso pai era um homem dos espetáculos, do teatro, das canções, das artes. De tudo o que pudesse acontecer no palco e fora dele. Era um ávido viajante. Percorreu muitos lugares do mundo. Mas tinha uma particular paixão por Espanha, refletida aliás, em dezenas de canções a esse país dedicadas. E foi lá que descobriu “A Pandilla”, banda infantil espanhola de grande sucesso na altura no país vizinho. 

De imediato, José Guimarães idealizou a formação da primeira banda infantil nas canções, que se criou em Portugal. “A Comandita”. Nome também por si criado. 

Apesar de já nessa altura, eu e o meu irmão estudarmos música (piano e bateria), o plano musical idealizado para a banda, passava exclusivamente por cantar temas infantis, apoiados por uma banda ao vivo. E como era de esperar, eu e o meu irmão fomos de imediato incluídos nesse projeto musical. 

A banda original tinha cinco elementos e foi formada no longínquo ano de 1971. Faziam parte: Arnaldo Guimarães (5 anos), Fernando Moisés (9 anos) (nosso primo), José Luís Guimarães, (6 anos) Lenita Regodeiro (10 anos) e a Ana Paula Grosso (7 anos). 

 

Os discos 

Esta formação gravou no início de 1972, para a Editora Alvorada, o seu primeiro single, com quatro canções de José Guimarães. Estava lançada “A Comandita”. 

No single de estreia, a canção que anunciava a banda, “Vem aí a Comandita”. E de facto, “A Comandita”, tinha chegado! 

Nesse ano de 1972, e obviamente por iniciativa do meu pai, fomos requisitados para uma curta série de espetáculos de verão e de natal. 

Ainda no ano de 1972 e em parte pelo sucesso obtido nos espetáculos de verão, “A Comandita” grava um segundo single com mais quatro canções de José Guimarães. tornando possível ter repertório mínimo para os espetáculos que se adivinhavam. 

Neste segundo single a banda tem duas alterações na sua constituição. Saem o Fernando Moisés e a Ana Paula Grosso, e entram para a banda o João Carlos e a Paula “Micha”. 

O ano de 1973, foi um dos mais produtivos em termos de gravações para “A Comandita”.  

Atua em diversos espetáculos de verão, um pouco por todo o Norte de Portugal e tem uma época de natal muito preenchida. Incluindo espetáculos para a antiga FNAT (Federação Nacional para a Alegria no Trabalho).  

E… ainda durante esse ano, a banda grava: um terceiro single de originais; um quarto single, em que “A Comandita” faz coros para a famosa cançonetista do Norte, Mary Faty; e um quinto single em pareceria com o cantor juvenil Armando Tavares. (Editora Orfeu). 

“A Comandita” tem agora uma nova editora. A Orfeu, liderada por Arnaldo Trindade e da qual José Guimarães era Diretor Artístico. Na Orfeu, os meios técnicos iriam permitir outra qualidade nas gravações e disponibilizar para as capas dos discos o grande fotógrafo portuense Fernando Aroso. 

Neste disco, constava o tema “Vivam as Férias”, classificado em 1º lugar no Festival da Canção Infantil. 

Em todos estes discos, mais canções de José Guimarães. 

No terceiro single, ainda da Editora Alvorada, (os discos eram gravados nos estúdios da RTP do Monte da Virgem), constava aquele que viria a ser um dos maiores sucessos discográficos de ”A Comandita”, a canção “trinitá…trinitá”. 

 

Em 1974, com a Revolução de Abril, “A Comandita” inicia uma participação de vários anos em espetáculos para a INATEL (antiga FNAT) e prepara uma mudança no seu repertório. Menos infantil, mais jovem e claramente mais atual, face ao país novo que emergia. 

Durante o ano de 1974, “A Comandita” não grava qualquer disco. 

Em 1975, “A Comandita” começa a gravar os seus discos em Lisboa, nos famosos estúdios da EMI – Valentim de Carvalho, alugados para o efeito pela Editora Orfeu. E tem como produtor musical o famosíssimo Júlio Pereira. Um músico de excelência. O autor, compositor e intérprete dos cavaquinhos.  

Nestes estúdios, “A Comandita” grava o seu primeiro “king single”, designação para um disco com apenas duas canções. Uma no lado A e outra no lado B.  

Inicia com este disco uma fase em que grava versões em português de grandes êxitos internacionais. As versões eram da autoria de José Guimarães. 

Participando na mudança vivida em Portugal, “A Comandita” diz: 

…canta menino canta… 

à guerra não voltarás. 

…canta menino canta… 

vais ser herói, mas da paz.   

                                                (José Guimarães) 

Numa clara alusão ao fim da guerra colonial. 

 

Nesse mesmo single e no lado B, a canção “Relembro, Relembro”. Uma canção da minha autoria (José Luís Guimarães), registada na SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) quando eu tinha apenas 9 anos.  

Sem o incentivo do meu pai tal acontecimento jamais seria possível.  

E hoje, que orgulho tenho, em ter entrado tão jovem para o mundo dos autores pela mão dele. 

Ainda durante o ano de 1975, “A Comandita” volta ao estúdio e grava mais seis canções, que dão origem a mais três “king singles” e mais um “single”, editando um total de cinco discos nesse ano. Verdadeiramente incrível. 

Nesses discos, constam grandes êxitos, como “Jambalaya” ou “Crocodile Rock” de Elton Jonh, ou ainda “Laughing Gnome” de David Bowie. Nesta canção, e tanto quanto sei, está a única gravação oficial em disco em que José Guimarães empresta a sua voz para os coros do anão (Gnome). 

Nestes estúdios em Lisboa, “A Comandita” dava provas de grande entusiasmo e mesmo profissionalismo. Ouvia pela primeira vez as versões orquestrais produzidas por Júlio Pereira no dia da gravação. E sem mais, conseguia “perceber de imediato a música” e gravar praticamente tudo ao primeiro “take”. 

Em paralelo com a edição de todos estes discos, “A Comandita”, percorria o país de norte a sul em espetáculos.  

No ano seguinte, 1976, “A Comandita” aproveita o aparecimento de várias séries icónicas na televisão, incluindo as de banda desenhada, e empresta a sua voz aos temas de abertura de “A Pipi das meias altas”, “Heidi” e “Wickie de Viking”, gravando até então, o seu 11º “single”. 

Todas estas versões tinham, naturalmente, letra de José Guimarães. 

 

Durante este ano intensificaram-se os espetáculos, a um ritmo diário no verão e no natal.  

Com um sucesso considerável, “A Comandita” é “obrigada” a rejeitar contratos por incapacidade de os cumprir. 

No ano de 1977 “A Comandita”, tem nova alteração na sua formação. 

Sai da banda o João Carlos e entram mais dois elementos. A Ana Paula e a Conceição Matos. Passando de cinco para seis elementos. 

Esta “Nova Comandita” grava em 1977 mais dois “singles”, com mais oito canções de José Guimarães, regressando quase exclusivamente aos temas originais. 

Ainda neste ano, a Editora Orfeu, lança um “LP” (Long Play), denominado “Orfeu Parade”, onde constam artistas como, José Cid entre outros e naturalmente “A Comandita” com o tema “Jambalaya”. 

 Em 1978 “A Comandita” não grava qualquer disco. 

Intensifica os espetáculos e as tournées em Portugal e depois no estrangeiro. 

Mas Arnaldo Guimarães, a convite do cantor nortenho José de Sousa, e com uma belíssima canção de José Guimarães, grava um “king single” onde interpreta o tema “Volta a casa mamã”, que viria a tornar-se num enorme sucesso da rádio em Portugal. 

Em 1979 “A Comandita” grava mais um “king single” de originais. Neste disco o tema “Quero fazer xixi papá”, haveria de tornar-se num grande sucesso comercial, igualando a canção “trinitá…trinitá” e “Jambalaya”. 

 

Neste mesmo ano, a Editora Orfeu, lança uma coletânea de canções infantis, em formato LP (long play), onde estão estas duas canções de “A Comandita”. 

Durante todo o ano de 1979, “A Comandita” bate recordes de apresentações, com mais de 50 espetáculos. 

Em 1980 “A Comandita”, grava o seu único LP (long play) em nome próprio, onde estão refletidos 10 anos de carreira. Este viria a ser o último disco de ”A Comandita” 

 

 

Ficam registados: 14 singles, 2 LP de coletâneas e 1 LP em nome individual num total de 17 discos gravados. 

 

Os ensaios 

“A Comandita” era uma banda infantil. E como tal era em casa que ensaiávamos. Na casa do meu pai. 

Eram quase sempre à noite os ensaios, logo após o jantar, e normalmente ao fim de semana, quando não haviam espetáculos. 

O processo era muito simples para as canções. E diria eu, mesmo à José Guimarães. 

Enquanto a escrevia a letra ia trauteando a música. 

Preferencialmente nas mesas do café, mas em qualquer outro lugar poderiam acontecer esses momentos criativos. 

Depois quando a canção ganhava estrutura e se definia, gravava-a em casa para um pequeno aparelho de cassetes. E ouvia e ouvia e ouvia até à exaustão, corrigindo pontualmente a letra e a música. 

Por fim pedia à minha mãe, a mim e ao meu irmão para ouvirmos e cantarmos a canção. 

Obviamente nós, já estávamos “fartos” de a ouvir e quando era para a cantar, já a sabíamos de cor. 

Este foi o processo de conceção da grande maioria das canções e dos êxitos criados por José Guimarães. 

Quando as canções estavam validadas e terminadas, reunia-se a banda para ensaio. 

Nos primeiros ensaios de cada canção o ensaiador era o meu pai. Nós, todos muito jovens, rapidamente aprendíamos as canções, ao som do gravador portátil. 

Muitas vezes ensaiávamos na cozinha, porque havia que respeitar os vizinhos e nós cantávamos bem alto. 1 a 2 horas no mínimo e à noite. 

E no final de cada ensaio, lá ia a minha mãe arranjar qualquer coisa para todos os elementos da banda comerem. 

Mais perto das gravações e quando a responsabilidade aumentava, o meu pai trazia um ensaiador “profissional”. O Fernando Gonçalves, dono de uma voz soberba e líder do “Conjunto típico Fernando e Fernanda Gonçalves”, para quem o meu pai escrevia muitas canções. 

Com ele trabalhávamos os coros, segundas vozes, acertos de entrada, vocalizações, etc.. 

Não era fácil aguentar cinco miúdos a ensaiar canções, mas o Fernando Gonçalves conseguia. Estávamos prontos para gravar.  

Noutras vezes, e na mais produtiva parceria da música portuguesa, o processo era idêntico. O meu pai levava algumas letras para o Maestro Resende Dias e quando a música estava pronta reuníamos em sua casa para uma primeira audição. O meu pai gravava o resultado em cassete e depois voltávamos aos ensaios em casa, ouvindo a música ao som do piano. Ensaiávamos quando haviam canções novas, mas também ensaiávamos na preparação dos espetáculos. Este sistema manteve-se durante toda a existência de ”A Comandita”. 

 

Os espetáculos 

Nos mais de 10 anos de existência d´”A Comandita”, foram inúmeros os espetáculos realizados. Desde 1971 e após o lançamento do primeiro disco, “A Comandita” teve tournées todos os anos até à sua extinção. Até 1974, “A Comandita” teve a sua atividade performativa, quase exclusivamente no norte de Portugal. Percorremos praticamente todas as cidades e vilas. Fizemos festas de aldeia, festas de verão, espetáculos de natal, festas de empresas, espetáculos de tributo, festivais, concursos, coros, etc.. 

Após 1974 e em função de algum sucesso alcançado, os espetáculos passaram a acontecer em praticamente todo o território nacional, apesar de continuarem a ter mais incidência no norte do país. 

Os espetáculos d`”A Comandita” eram muito particulares. Vestíamos a rigor. Roupas vistosas, brilhantes, luminosas, próprias de um espetáculo. Vestíamos todos de igual. E quando atuávamos em duas partes, mudávamos de guarda-roupa. Grande parte das canções eram coreografadas, o que tornava a performance muito mais divertida e original. 

 

“A Comandita” era uma banda afinada, fruto dos muitos ensaios, mas também resultado de uma apreensão intuitiva das canções, típica da juventude. E por isto as apresentações ao vivo eram normalmente bem-sucedidas e tinham algum impacto na plateia. 

Durante os espetáculos, tornou-se num hábito, por parte dos locutores/apresentadores, entre canções, de questionar os elementos da banda acerca do seu futuro individual.  

O que queres ser quando fores grande?  

E a esta pergunta a resposta do Arnaldo tornou-se num ícone da banda. “Quando for grande quero ser trolha, para poder andar em cima dos telhados”. 

“A Comandita” atuou nos maiores e mais importantes palcos do país. 

Do coliseu do Porto ao de Lisboa. Do Rivoli, ao Teatro de Sá da Bandeira. Em todos os cineteatros das cidades do norte de Portugal. Em muitas salas de espetáculo das capitais de distrito. 

“A Comandita” percorreu Portugal de lés-a-lés. 

Fora de ”A Comandita” em 1977, no Coliseu dos Recreios em Lisboa, o Arnaldo Guimarães, com o José de Sousa, puseram o coliseu de pé a aplaudir a canção “volta a casa mamã”. Inesquecível. 

 

Em 1978, “A Comandita” fez a sua primeira tournée internacional, atuando na Suíça e em França para a comunidade emigrante portuguesa. Nesse ano também, participou como banda convidada no “Festival dos pequenos cantores da Figueira da Foz”. 

Após esta digressão e devido ao sucesso alcançado, “A Comandita” foi convidada para uma grande tournée nos E.U.A., com a duração de 45 dias. 

Foi também convidada pela RTP-Porto para a realização de um programa em nome próprio com a duração de 2 horas. 

Infelizmente “A Comandita” não pode aceitar a digressão Americana. Eram 45 dias que coincidiam com as nossas atividades letivas em Portugal e face à pertinência dos estudos tivemos que recusar. 

 

Mas obviamente aceitámos a realização do programa de televisão, exclusivamente feito para “A Comandita”, pela RTP-Porto. 

Foi um programa encenado com as nossas canções. Gravado e editado e exibido posteriormente, algures em 1980. 

Foi um momento inesquecível, numa altura em que o acesso à televisão era muito restrito, em particular aos artistas do Porto. 

 

Nos últimos espetáculos “A Comandita” atuava, primeiro numa versão de 5 elementos, e já para o fim numa versão de 4 elementos, sem a Lenita Regodeiro e sem a Paula “Micha”. 

 

O fim ou o princípio de alguma coisa 

Em 1980 “A Comandita” termina o seu percurso. Dez anos depois. 

Muitos discos. Centenas de espetáculos e apresentações. Muitas viagens. Muitos palcos. Muitos dias de pura diversão. Amizades para a vida toda. 

Com “A Comandita” conhecemos Portugal inteiro. Vimos e atuamos em palcos históricos, noutros que já não existem. Conhecemos bastidores, privamos com grandes artistas de muitas artes. Vivemos o mundo do espetáculo totalmente por dentro. Eramos acarinhados, protegidos, endeusados, por sermos apenas uma banda infantil. 

Com “A Comandita” enriquecemos o percurso das nossas vidas enormemente. 

O fim foi natural.  

De repente nenhum de nós era ou tinha idade infantil.  

Nessa altura, o mais novo, o Arnaldo, já tinha 14 anos e a mais “velha” a Lenita Regodeiro tinha 19. 

Já não podíamos ser aquela banda reconhecidamente infantil, e com temas a esses dedicados. Eramos todos adolescentes a querer ser rapidamente adultos. Coisa estranha agora. 

 

E sem darmos por isso “A Comandita” terminou. 

Este fim não anunciado, com o tempo, de alguma forma mitificou a nossa banda. Fomos um grupo que se despediu dos espetáculos em alta, na mó de cima, e isso perpetuou-nos na memória de muita gente. 

Mas “A Comandita” deixou sementes. Foi connosco que muitas portas se abriram para o aparecimento de outros grupos de índole infantil e juvenil e que definitivamente se consolidaram no mercado discográfico em Portugal. 

 

No seio da nossa banda essas sementes também deram frutos. 

A Lenita Regodeiro é o melhor exemplo. Mal “A Comandita” se extinguiu, a Lenita iniciou uma carreira de cançonetista profissional que subsiste até aos dias de hoje. 

 

E eu não mais deixei de estar ligado as canções, ao teatro, ou a tudo aquilo em que direta ou indiretamente se relaciona com arte. 

 

Sem José Guimarães nunca teria existido “A Comandita”. Sem ele nada disto teria sido possível. 

De qualquer maneira acho que não o desiludimos no nosso compromisso com a banda nem com a sua dedicação e insistência neste projeto artístico. 

 

No fim todos podemos dizer… ”Vem aí A Comandita”. 

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