O 2º Encontro de Orquestras do Orfeão de Valadares decorreu no passado dia 8 de maio, no Auditório de Gulpilhares, e contou com a participação da Orquestra Ligeira desta instituição, assim como da Banda Juvenil da Sociedade União Musical Alenquerense. Este evento foi desfrutado por Joaquim Rocha, presidente da Mesa da Assembleia da União de Freguesias de Gulpilhares e Valadares, e Isabel Lacerda, em representação da Federação das Coletividades de Vila Nova de Gaia, entre muitas outras entidades civis e militares que fizeram questão de marcar presença na iniciativa.

 

 

O Orfeão de Valadares organizou o 2º Encontro de Orquestras, que aconteceu no passado dia 8 de maio, no Auditório de Gulpilhares, e proporcionou o intercâmbio cultural e convívio entre os elementos dos grupos participantes, mais precisamente entre a Orquestra Ligeira desta instituição, liderada pelo maestro José Manuel Marques, e a Banda Juvenil da Sociedade União Musical Alenquerense, conduzida pelo maestro João Raquel. Esta iniciativa contou com a presença de Joaquim Rocha, presidente da Mesa da Assembleia da União de Freguesias de Gulpilhares e Valadares, e Isabel Lacerda, em representação da Federação das Coletividades de Vila Nova de Gaia, entre muitas outras entidades civis e militares.

Segundo explicou Tilú Ricon Peres, presidente da direção do Orfeão de Valadares, em entrevista exclusiva ao AUDIÊNCIA, “a Orquestra Ligeira nasceu numa altura um pouco conturbada, porque foi em vésperas do confinamento, o que obrigou a que ficasse, novamente, parada, mas mantivemos o espírito aventureiro e organizamos o 1º Encontro de Orquestras assim que tudo abriu”.

Assim, a segunda edição desta iniciativa nasceu de uma vontade de dar continuidade ao projeto iniciado. “O 2º Encontro era para ter sido feito no mês de abril, no âmbito das comemorações do 95º aniversário do Orfeão de Valadares, mas foi impossível, a nível de agenda, então prologamos o aniversário por mais um bocadinho e fizemos em maio o Encontro de Orquestras e de Coros Infantojuvenis, também”, ressaltou a dirigente associativa.

Acreditando que “este evento faz com que as pessoas interajam entre si e os laços se apertem”, Tilú Ricon Peres reforçou que “estas iniciativas permitem-nos criar laços, que não se perdem. Quem nos visita faz-nos logo o convite para os visitarmos. É uma rede enorme. Quando vamos a casa dos outros, o que acontece é que está lá sempre outro grupo que nós não conhecemos e estabelecemos mais um ou dois contactos, que conduzirão a outros intercâmbios”.

Relativamente ao convite endereçado pelo Orfeão de Valadares à Banda Juvenil da Sociedade União Musical Alenquerense, a presidente da instituição revelou que “nós já conhecíamos o maestro João Raquel, que é conceituado e de renome em Portugal. De maneira que, surgiu um contacto com o maestro e foi ele que sugeriu trazer este grupo”.

Para a dirigente associativa, a relevância deste 2º Encontro de Orquestras advém do facto de dar “a conhecer o trabalho e a forma como é realizado. Também, leva o nome do Orfeão de Valadares, como eu costumo dizer, de boca em boca, porque quem está presente dá o feedback do que viu e daquilo que escutou. De futuro, eu penso que vai trazer mais projetos, convites, intercâmbios, música, cultura, ou seja, mais tudo”.

Garantindo que “estaremos cá de portas abertas para realizar tudo aquilo que seja possível”, Tilú Ricon Peres salientou, por fim, que “nos próximos cinco anos, nós vamos preparar-nos para celebrarmos o nosso centenário. Sem dúvida, eu penso que o nosso centenário vai ser celebrado mensalmente, não apenas no mês de abril. Eu acho que nós vamos conseguir celebrá-lo ao longo do ano inteiro, é essa a nossa esperança”.