O Festival da Canção Gaia 2021 é uma iniciativa do Jornal AUDIÊNCIA, que tem como principal intuito a defesa e a valorização dos cantores, músicos e compositores, que tenham algum tipo de ligação ao concelho de Vila Nova de Gaia. Neste contexto, o AUDIÊNCIA falou com os gaienses João Couto e Nelson Sousa, que apoiaram a realização da primeira edição deste evento e desejaram a sua continuidade.

 

 

“Esta será uma justa, verdadeira, genuína e leal homenagem aos cantores, músicos e compositores de Vila Nova de Gaia”. É assim que Joaquim Ferreira Leite, diretor do Jornal AUDIÊNCIA, caracteriza esta iniciativa, que está a ser organizada “em colaboração e para aqueles que vivem no mundo da música”.

Neste seguimento, o AUDIÊNCIA está a contactar os artistas musicais, que têm algum tipo de ligação ao concelho de Vila Nova de Gaia, com o intuito de obter respostas às questões: “como é do seu conhecimento, o Jornal AUDIÊNCIA pretende organizar o Festival da Canção Gaia 2021, cujas datas estarão, naturalmente, dependentes da evolução da pandemia provocada pela proliferação da covid-19. Na sua opinião, qual é a relevância desta iniciativa?”, ”acredita que uma ideia como esta, num período como este, pode contribuir fortemente para a valorização dos artistas de Gaia?”, “na condição de cantor, músico ou compositor, se dependesse de si, que parâmetros acha que o regulamento deveria conter?”, ”se tiver oportunidade e se regulamento for ao encontro dos seus anseios, pondera participar?”, “quais são as suas expectativas para o Festival da Canção Gaia 2021?”. As declarações vão ser divulgadas ao longo das próximas edições.

 

 

João Couto

blank Seria uma oportunidade de dar um palco a muito talento do concelho que merece essa exposição e, depois de um ano tão difícil como 2020 foi para tantos músicos, qualquer iniciativa assim é bem-vinda”.

“Sim. Com a devida organização e logística, uma boa seleção de temas e, acima de tudo, uma valorização justa do trabalho dos intérpretes e compositores pode ser uma oportunidade de divulgação para autores e artistas do concelho”.

“Essa é uma pergunta que merecia uma resposta bem mais ponderada e extensa da minha parte que a que consigo dar de momento, mas, acima de tudo, deve-se organizar bem o repertório, abrir uma fase de seleção para garantir que o alinhamento é diverso e de qualidade e se crie as devidas condições e incentivos, para que o trabalho de composição, gravação, arranjo e ensaio para a atuação no evento estejam cobertos”.

“Dependendo do regulamento e da altura em que surgir é algo que certamente vou contemplar”.

“Que seja uma primeira experiência feliz e que seja a primeira de muitas. Que dê palco e plataforma a artistas do concelho que não a tiveram até agora e que alimente interesse e procura do público em geral na música que se está a criar aqui perto. Agora mais que nunca temos que prestar atenção ao que se faz por cá”.

 

 

Nelson Sousa

blank“Todas as iniciativas que realmente valorizem a cultura são muito importantes”.

“Dependendo dos moldes em que se fará o Festival, penso que pode ser muito benéfico para os artistas e para a própria organização”.

“Não consigo ter uma opinião completamente formada. O que eu gostaria de ver num concurso deste género seria, acima de tudo, transparência. As pessoas têm como tendência contestar e desacreditar os resultados quando estes não são a seu favor, então uma votação 100 por cento transparente seria benéfica”.

“Neste momento estou a trabalhar no meu objetivo e não faz parte dos meus planos participar em concursos”.

“Espero que esta iniciativa seja encarada com muito profissionalismo e a máxima qualidade possível para que, desta forma, todas as pessoas envolvidas se sintam orgulhosas do trabalho e que os artistas realmente sejam valorizados. Em último lugar, gostaria de agradecer ao Jornal AUDIÊNCIA pela entrevista e desejar o maior sucesso não só para esta iniciativa como também para o próprio jornal”.

 

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