A autarquia de Vila Nova de Gaia apresentou as contas de 2019 do município, que demonstram que, mais uma vez, o executivo liderado por Eduardo Vítor Rodrigues encerrou o ano com as contas no verde, cumprindo os limites do endividamento imposto pela lei. Desta forma, Gaia é retirada da lista das cidades incumpridoras o que para o presidente da Câmara é motivo de orgulho.

“É um orgulho apresentar as melhores contas municipais de sempre. Não porque isso seja uma meta em si mesma, mas porque, com essa realidade, podemos almejar estar no grupo dos municípios mais bem preparados para os melhores investimentos, para enfrentar os maiores problemas e adotarmos políticas inteligentes, sustentáveis e focadas nas pessoas”, afirma.

Além de ter reduzido o IMI, por três vezes em seis anos, Gaia retirou a componente municipal da fatura da água, cumprindo assim os “compromissos assumidos com os gaienses”. Recorde-se que no início do atual ciclo autárquico, em 2013, o passivo da autarquia situava-se nos 299 milhões de euros, número que em 2019 se cifrou nos 106 milhões. “É uma redução extraordinária, de quase 200 milhões de euros em seis anos. Isto mostra bem a nossa evolução e mostra que evoluímos com uma dívida que foi diminuindo constantemente. Mas nunca deixámos de responder às pessoas, às escolas, às IPSS. Porventura, deixamos de fazer algumas coisas que seriam interessantes mas não eram prioridade. A nossa prioridade era ter as contas em dia e aqui estão”, explica Eduardo Vítor Rodrigues.

2019 encerrou também com zero euros de pagamentos em atraso, quando em 2013 existiam cerca de 20 milhões de euros de pagamentos em atraso. “É uma evolução significativa. Pagámos o que estava em atraso, pagamos aquilo que fomos gerando com a nossa própria gestão e consolidamos a conta municipal. Nós nunca faltamos à componente municipal e conseguimos sempre o propósito de não perder um cêntimo de candidaturas comunitárias”.

Já no que respeita a empréstimos, de 2013 até ao momento, a Câmara de Gaia pagou 168,5 milhões de euros e contraiu 10,5 milhões, ainda a aguardar o visto do Tribunal de contas. Recentemente, foi solicitado um empréstimo no valor de 10 milhões de euros para fazer face a despesas extraordinárias por efeito da pandemia Covid-19, que inclui apoio ao Hospital, IPSS, famílias, atividade económica, entre outros.

 

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com