25 ANOS DE DEDICAÇÃO À INFÂNCIA: CRECHE DA FUNDAÇÃO JOAQUIM OLIVEIRA LOPES CELEBROU O SEU PERCURSO

A Creche da Fundação Joaquim Oliveira Lopes comemorou, no passado dia 4 de setembro, 25 anos de funcionamento, com uma série de momentos evocativos e de reflexão que reuniram a comunidade, dirigentes e entidades oficiais a 6 do corrente mês, no Auditório do Parque Biológico. O balanço do percurso foi marcado pelo reconhecimento da qualidade do trabalho desenvolvido e pela projeção de novos desafios sociais.

 

A comemoração dos 25 anos da Creche da Fundação Joaquim Oliveira Lopes decorreu a 4 de setembro e contou com a presença da presidente da Câmara Municipal de Gaia, Marina Mendes, do presidente da Junta de Freguesia de Avintes, Cipriano Castro, e da presidente da Assembleia de Freguesia, Daniela Castro. Ao lado de trabalhadores, antigos dirigentes, entre os quais o padre José Augusto Oliveira, Fernanda Moura e António Vieira dos Santos, e amigos da instituição, foi celebrada a história de um projeto que marcou gerações. 

Dois dias depois, a 6 de setembro, o Auditório do Parque Biológico de Gaia acolheu uma sessão especial de evocação e reflexão, que contou com a  presença do vereador Marcelino Tavares e do arquiteto Joaquim Coimbra, onde se destacou a entrega de lembranças a colaboradoras que completaram 25 anos de casa, nomeadamente a educadora Estrela Ribeiro e a ajudante de ação educativa Paula Silva.

O presidente da Direção da Fundação Joaquim Oliveira Lopes, Eduardo Ribeiro, sublinhou, em entrevista exclusiva ao AUDIÊNCIA, que o balanço destes 25 anos é “muito positivo”, revelando que, atualmente, a creche acolhe 82 crianças, beneficiando de serviços complementares como gabinete de psicologia, terapia da fala e terapia ocupacional. “Estamos a trabalhar na deteção precoce e acredito que estamos a fazê-lo muito bem”, afirmou o dirigente, destacando o impacto que estas respostas têm tido no desenvolvimento das crianças.

Reconhecendo a importância da cooperação da Câmara Municipal de Gaia ao longo dos anos, o dirigente sublinhou que “a autarquia sempre esteve ao lado da nossa instituição, valorizando o trabalho social e envolvendo-nos também em planos de desenvolvimento municipal”.

Neste seguimento, Eduardo Ribeiro, também, fez questão de deixar uma mensagem dirigida às famílias, ressaltando que “os primeiros anos de vida de uma criança são os mais delicados e marcam para sempre o seu percurso. É fundamental que os pais tenham o maior cuidado possível nesta fase”.

No horizonte, a Fundação Joaquim Oliveira Lopes prepara-se para assumir um novo desafio, que contempla a requalificação de um edifício destinado a uma Estrutura Residencial para Pessoas Idosas, fruto de uma doação. “É um projeto fora do nosso âmbito inicial, que é a infância, mas é um legado que assumimos com responsabilidade”, explicou Eduardo Ribeiro, anunciando, ainda, que está prevista para o dia 4 de outubro a apresentação do livro “O que se passa na infância não fica na infância”, de João Pedro Gaspar e Paulo Guerra, uma obra que pretende sensibilizar para a importância das experiências na primeira infância.