Entre 25 fevereiro a 1 março a Fil – Feira Internacional de Lisboa, recebeu a 36ª edição da Bolsa de Turismo de Lisboa, (BTL). A abertura da edição contou com a presença do presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, que apontou o turismo como um setor fundamental para a criação de riqueza na região. “O turismo é um fator aglutinador e de integração”, considerou o presidente sublinhando a importância económica deste setor de atividade, responsável por 17 por cento do PIB regional.
Num stand interativo e imersivo, que deu voz às nove ilhas do arquipélago e aos 19 municípios açorianos, com um layout ainda mais arrojado e a facilitar a visitação, Bolieiro elegeu o turismo como um fator de paz, que se desenvolve em clima de paz e que promove a multiculturalidade. Realçando que, neste momento, o destino tem uma vocação global, como se atesta pela cada vez maior diversificação de mercados emissores, o presidente do Governo Regional passou em revista os últimos números da atividade turística, que apontam para a existência de 42 mil camas, um crescimento de 61 por cento em relação a 2019, 4,5 milhões de dormidas, ao invés dos 104 milhões de 2019, e 1,4 milhões de hóspedes.
Dado relevante são os índices de satisfação, com a esmagadora maioria dos turistas a mostrarem a intenção de regressar, “considerando os preços praticados justos face à qualidade da oferta. Significa que estamos a fidelizar pela excelência”.
José Manuel Bolieiro fez elogios à companhia de bandeira dos Açores, que também fez uma apresentação no certame, e lembrou a importância da conetividade aérea para a dinamização do turismo, lembrando que neste momento 16 companhias aéreas e 30 rotas operam neste momento para o arquipélago.
Já a Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, Maria João Carreiro, elogiou o contributo dos trabalhadores do setor do turismo para a afirmação da excelência do destino Açores. “Não posso deixar de expressar uma palavra de profundo reconhecimento a todos os profissionais do turismo nos Açores. É graças à sua dedicação, profissionalismo e capacidade de acolhimento que a Região se continua a afirmar como um destino de excelência pela sua natureza, gastronomia, cultura e saber-receber”, enalteceu.
Durante a sua participação na ‘talk’ “Açores – Fidelizar pela Saudade”, promovida pela AVEA – Associação para a Valorização Económica dos Açores no stand da Região na BTL, a governante reiterou que o Governo dos Açores continuará empenhado em valorizar as qualificações e reforçar a competitividade do setor.
“Investir no turismo é, acima de tudo, investir nas pessoas que todos os dias constroem uma história de sucesso”, referiu, adiantando que tal é feito através dos estímulos públicos à qualidade do emprego e à dignificação das carreiras no setor do turismo, através da estabilidade laboral, da adequação das remunerações à qualificação dos trabalhadores e de fatores como a conciliação da vida profissional com a vida familiar, para que a atratividade deste setor possa ser mais efetiva.
Com o desemprego na região abaixo dos 5 mil desempregados há 32 meses consecutivos, as empresas devem investir, em estreita articulação com o serviço público de emprego, na reconversão profissional de desempregados para o setor do turismo, sinalizou Maria João Carreiro. “A região oferece condições de excelência para a formação em turismo. É um laboratório vivo para quem quer vir a trabalhar neste setor. Governo, empresas e entidades formadoras certificadas, juntos, têm de potenciar ainda mais esta capacidade, com a convicção de que a Região pode ser uma referência nacional e europeia para a formação em turismo”, defendeu.
Maria João Carreiro destacou, ainda, o papel da AVEA na formação de jovens e adultos através da Escola de Formação Turística dos Açores (EFTA) e de eventos de projeção nacional e internacional, com é o caso do Week Food Lab, que leva até Ponta Delgada ‘chefs’ distinguidos com Estrelas Michelin para ações de formação com produtos dos Açores.
Participaram também na talk “Açores – Fidelizar pela Saudade”, moderada pelo Eládio Braga, Presidente da AVEA; o Chef Executivo do Restaurante Anfiteatro Lounge, em Ponta Delgada, Paulo Freitas; o Chefe Executivo do Restaurante LOCO, em Lisboa, Alexandre Silva; e o Confrade Mor da Confraria dos Gastrónomos dos Açores, António Cavaco.
Também a Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, participou no Talk Turismo Inclusivo, onde defendeu a importância crescente de afirmar os Açores como destino turístico inclusivo, preparado para receber todos os visitantes com autonomia, segurança e conforto, sublinhando ser este o compromisso do Governo dos Açores.
“O turismo inclusivo não beneficia apenas pessoas com deficiência, mas também idosos, famílias com carrinhos de bebé, pessoas com limitações temporárias e cuidadores”, reforçando que a acessibilidade é hoje um fator determinante para a qualidade da experiência turística e para a competitividade dos destinos.
O conceito abrange áreas como infraestruturas adaptadas (rampas, elevadores), comunicação acessível (braille, linguagem simples) e atendimento especializado, assegurando que as experiências turísticas estejam ao alcance de todos. Elementos-chave como transporte adaptado, alojamento sem barreiras, praias, museus e demais atrações acessíveis contribuem para a plena inclusão e representam, simultaneamente, uma oportunidade de crescimento económico, dada a crescente procura por destinos universalmente acessíveis.
Berta Cabral reforçou que “um destino acessível é um destino mais justo, mais competitivo e preparado para o futuro”, sublinhando que os Açores continuarão a investir na inclusão como pilar estratégico do desenvolvimento turístico da Região.
Da mesma forma, Alonso Miguel, Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, participou numa mesa-redonda, promovida pelo Geoparque Açores, subordinada ao tema “9 Ilhas – 1 Geoparque: Uma Estratégia Integrada para o Turismo Sustentável dos Açores”.
A sessão reuniu representantes de várias entidades regionais, entre as quais a Direção Regional do Turismo, a Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores e a GEOAÇORES, estrutura de gestão do Geoparque Açores, num debate centrado no papel desta classificação enquanto instrumento de sustentabilidade, coesão territorial e desenvolvimento equilibrado das nove ilhas.
O governante frisou “o extraordinário património natural e cultural dos Açores, que diferencia, valoriza e projeta a Região no exterior”, acrescentando que “essa riqueza nos tem valido um profundo reconhecimento internacional, materializado pela atribuição de diversos galardões e estatutos, entre os quais integração do Geoparque Açores na rede Mundial de Geoparques da UNESCO, em 2015”.
“Todas estas distinções fortalecem uma imagem de marca de sustentabilidade, que é cada vez mais procurada e valiosa, que representa um extraordinário ativo turístico e um catalisador do desenvolvimento económico e social da Região”, referiu.
Alonso Miguel destacou ainda “a singularidade do Geoparque Açores no panorama internacional, enquanto geoparque arquipelágico, disperso por nove ilhas e pelos fundos marinhos envolventes, com enorme diversidade e riqueza geológica, integrando 122 geossítios, sete dos quais de relevância internacional”.
O Secretário Regional recordou que o compromisso do Governo Regional com o Geoparque se tornou particularmente evidente em 2022, quando a Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática assumiu a presidência da GEOAÇORES, na sequência das recomendações da UNESCO, decorrentes de uma avaliação referente ao quadriénio 2017-2021, que culminou com a atribuição de um “cartão amarelo”.
“Esse reforço estratégico e operacional permitiu recuperar o «cartão verde» da UNESCO, assegurando a manutenção do estatuto internacional por mais quatro anos, traduzindo um sinal inequívoco de compromisso e do reconhecimento do Governo Regional quanto à centralidade do Geoparque na estratégia ambiental e territorial do arquipélago”, valorizou.
A concluir, o Secretário Regional afirmou que “a tutela continuará a assegurar liderança, visão e suporte técnico ao Geoparque Açores, reforçando o seu papel enquanto pilar da sustentabilidade regional, da valorização do património natural e cultural e da coesão entre as nove ilhas”.
Já em jeito de balanço, também Luís Capdeville, presidente da VisitAzores, congratulou-se com os resultados alcançados. “Reforçámos a promoção junto do mercado nacional, demos a conhecer a oferta dos locais com menor visitação, mostrámos que somos atrativos todo o ano e em todas as ilhas”, considera o responsável, para quem “esbater a sazonalidade e descentralizar os fluxos turísticos são objetivos estratégicos, a par da criação de mais valor com a atividade turística”.
A VisitAzores apresentou-se nesta edição com propósitos bem definidos e que são linhas mestras a traçar nos próximos tempos. Em termos estratégicos, pretende-se aumentar o fluxo turístico na época baixa, promovendo produtos disponíveis ao longo de todo o ano nas nove ilhas do arquipélago como hiking, turismo ativo, natureza, geoturismo, cultura e gastronomia, fatores que também ajudarão à criação de uma maior estabilidade no emprego, a aumentar a receita média por visitante e a garantir um maior equilíbrio entre turismo, território e comunidade local.
Durante todo o evento houve apresentações de eventos e projetos, talks, demonstrações e showcokings ao longo de todos os dias do evento que mostraram toda a dinâmica de uma região vibrante, com condições únicas para continuar a ser vista como um dos melhores destinos turísticos em segmentos específicos. Os 19 municípios tiveram todos eles o seu espaço, com uma oferta bem representada, numa amostra da diversidade da região.
A importância de um turismo anual e não sazonal
O município da Praia da Vitória marcou presença no evento dando a conhecer a oferta turística local. A presença praiense continua a ocorrer em parceria com as Câmaras Municipais de Angra do Heroísmo e de Santa Cruz da Graciosa e a Câmara do Comércio e Indústria de Angra do Heroísmo (CCIAH).
Para a presidente da autarquia, Vânia Ferreira, a participação no maior certame de promoção turística no país é uma exigência face “à imperatividade do concelho continuar a ser apresentado a um mercado muito importante para o turismo na Terceira”.
“O mercado nacional é estratégico para o nosso setor turístico. A nossa presença na BTL decorre dessa convicção, ampliada pela presença no evento de muitos operadores internacionais, que podem ser cativados para a nossa ilha. Por isso, mantemos a aposta na participação conjunto, ao abrigo da marca Explore Terceira, continuando a destacar o que nos diferencia enquanto ilha, num contexto insular que beneficia da notoriedade da marca Açores”, sublinha Vânia Ferreira.
Na edição deste ano, além da presença do stand da Praia da Vitória, com informação turística, brindes, sorteios e animação, a autarquia apresentou, no dia 27, as Festas da Praia 2026 e participou na apresentação nacional da Expo Atlantic Terroir e da Bio Região Ilha Terceira, onde é entidade parceira.
Também Fátima Amorim, presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, admite que a participação neste certame se insere na estratégia municipal de promoção turística sustentável, procurando consolidar mercados e explorar novas tendências do setor. “O reforço da promoção externa é fundamental para afirmar Angra do Heroísmo como destino de referência. A presença na Bolsa de Turismo de Lisboa permite-nos estabelecer parcerias estratégicas e projetar o nosso concelho junto de novos públicos, consolidando o compromisso do Município com o desenvolvimento sustentável e a valorização do nosso património”, afirmou.
Entre as iniciativas apresentadas pela autarquia de Angra do Heroísmo destacaram-se a segunda edição da Expo Atlantic Terroir, importante evento ligado ao vinho e à vinha que se afirmou na sua estreia, e a apresentação da BioRegião Terceira, marco relevante no desenvolvimento ambiental e sustentável do território. A promoção das Sanjoaninas 2026 assumiu igualmente especial destaque, reafirmando-se como um dos mais emblemáticos cartões de visita do concelho.
“A nossa riqueza cultural e patrimonial é aquilo que nos torna ainda mais fortes e, por isso, deve ser divulgada em todas as oportunidades. A presença na maior feira de turismo do país era indispensável para nos posicionarmos e diferenciarmo-nos no mercado”, sublinhou Fátima Amorim.
Da mesma, forma, o município do Nordeste contou com quatro colaboradores do município, o presidente e vice-presidente que fizeram a promoção do concelho para promotores turísticos e visitantes em geral.
Na banca do concelho do Nordeste estiveram em destaque o artesanato da Casa de Trabalho do Nordeste, da Casa do Povo de Santo António Nordestinho e da Folha de Milho da Salga, assim como, a gastronomia de fabrico artesanal, especificamente dos biscoitos da Associação Sol Nascente. Foram também oferecidos brindes aos visitantes com mancha gráfica alusiva ao bordado de São Miguel, à natureza e ao galo capão, sendo o verde a cor predominante em alusão ao Nordeste.
Cavalhadas de São Pedro vão ter um documentário
Durante a BTL, foi também anunciada a produção de um documentário sobre as Cavalhadas de São Pedro, tradição secular da Ribeira Grande.
Ainda que continuem a crescer a cada ano, as Cavalhadas de São Pedro são do conhecimento de poucos para além dos próprios ribeiragrandenses. Esta foi uma das razões que levaram à produção do documentário, a cargo da Hunt Global, que tem como principal objetivo divulgar uma tradição que, no seu conjunto, é única no mundo.
Além de documentar o cortejo equestre, momento central da festividade, o filme acompanha os bastidores da celebração e procura desvendar o seu simbolismo e impacto na comunidade. O foco está em mostrar o lado humano da celebração, contando as histórias de quem participa e dando voz a quem não só mantém viva a tradição, mas também a procura melhorar.
A Hunt Global, produtora do documentário, tem arrecadado vários prémios internacionais e apostado fortemente na divulgação dos Açores e elevação do seu nome em palcos internacionais, tendo sido responsável pela presença do arquipélago na Expo 2025 em Osaka, no Japão.
O projeto, que conta com o apoio da Câmara Municipal da Ribeira Grande, tem estreia prevista para junho de 2026 e será distribuído em vários canais internacionais, tendo sido exibido na BTL um trailer do mesmo e divulgado o calendário de eventos da Ribeira Grande para 2026. O momento foi ainda assinalado com uma degustação de produtos locais, reforçando a promoção da identidade gastronómica do concelho.
Para o presidente da autarquia, Jaime Vieira, “a BTL é uma plataforma privilegiada para afirmarmos a Ribeira Grande como um destino autêntico, onde a tradição, a cultura e a dinâmica caminham lado a lado”, destacou.
Segundo Jaime Vieira, a apresentação do trailer do documentário constitui “um passo importante na valorização e salvaguarda das nossas tradições”, sublinhando que as Cavalhadas de São Pedro são “um património identitário que queremos projetar além-fronteiras”. Da mesma forma, destaca a relevância da divulgação antecipada do calendário de 2026, considerando que esta ação “permite aos operadores turísticos e aos futuros visitantes planearem a sua vinda à Ribeira Grande com antecedência”, contribuindo para um “turismo mais sustentável e distribuído ao longo do ano”.
Casas açorianas e sistema de monitorização
No primeiro dia de atividades, teve lugar uma apresentação das ‘Casas Açorianas’, com o seu presidente, Gilberto Vieira, a apelidar estas habitações típicas como “um dos fatores mais genuínos dos Açores”, que permitem uma experiência de turismo rural autêntica. À TALK denominada ‘Fidelizar pela Saudade’, com a secretária regional da Juventude, Habitação e Emprego, Maria João Carreira, precedeu a apresentação do SIMIFTA, um sistema integrado de monitorização de fluxos turísticos pensado para reforçar a gestão sustentável do destino, fornecendo dados em tempo real sobre perfis, mobilidade e padrões de visitação dos turistas. Informação que, quando compilada, permite tomar decisões mais abalizadas.
“Com esta ferramenta, deixamos de tomar decisões com base em perceções, para as tomarmos com base em evidências”, disse Berta Cabral, secretária regional do Turismo, para quem os Açores “juntaram à marca de turismo sustentável, a marca de turismo inteligente. Ainda na senda da digitalização do destino, decorreu a apresentação “Inteligência Artificial no Turismo, a cargo do CEO da Azores X. Roberto Lino.
Turismo dos Açores renova Prémios Miosotis e bate recorde de candidaturas às 7 Maravilhas de Portugal
José Toste, coordenador da Açores DMO, fez a apresentação na BTL, e revelou que o Prémio Regional de Turismo Miosotis vai ser reformulado. “Esta atualização pretende alargar o reconhecimento a todas as empresas da cadeia de valor do turismo que abracem o caminho da sustentabilidade e que ajudam a cimentar os Açores como um dos melhores destinos de natureza do mundo”, afirmou.
Este prémio, criado em 2012, sofreu alguns ajustes em termos de imagem e tem agora uma plataforma digital para facilitar todas as candidaturas. Também os critérios foram reformulados, para ir ao encontro das exigências atuais do setor, valorizando fatores como património e cultura, gestão sustentável e governança. Isto para cumprir com os requisitos mais exigentes das instituições internacionais que validam este tipo de prémios.
Recorde de candidaturas às 7 Maravilhas de Portugal
São 43 candidaturas, abrangendo as nove ilhas e os 19 municípios do arquipélago. Os Açores terão uma participação recorde no concurso deste ano, com uma edição que engloba novas categorias e pretende destacar, também, elementos de contemporaneidade. O responsável pelo concurso, Luís Segadães, anunciou que, face ao estado de calamidade que o País atravessou, a organização decidiu aceitar candidaturas até dia 27 de março, pelo que é possível que a lista de representação dos Açores ainda venha a aumentar.
“As paisagens naturais são um dos nossos principais ativos, mas também o património edificado”, salientou Berta Cabral, secretária regional de Turismo, colocando novamente a tónica no reforço do destino como sustentável. E, também a este propósito, durante uma talk sobre turismo inclusivo, Berta Cabral enfatizou a importância da articulação entre entidades públicas e privadas, no sentido de criar condições que satisfaçam as necessidades de pessoas que têm limitações permanentes ou temporárias, condicionamentos alimentares ou outros. “Este é um trabalho que não tem grande visibilidade, mas que é muito reconhecido por parte de quem usufrui dele e pelas entidades que certificam os destinos e os players com certificado de sustentabilidade”, disse a responsável pelo turismo açoriano.
Luís Segadães adiantou ainda que a organização das “7 Maravilhas de Portugal” realizará dois programas nos Açores, um dos quais na Ilha do Faial. A eleição será acompanhada por uma grande operação da TVI, canal oficial do evento, com programas ao sábado entre abril e julho.
Carlos Ferreira, presidente da Câmara Municipal da Horta, considera que esta “é uma oportunidade de divulgar a nível nacional e internacional o património natural e edificado do Faial, mas também a cultura, a gastronomia e a hospitalidade do povo faialense”.
A manhã ficou marcada pela visita do Presidente da República ao stand dos Açores, onde teceu rasgados elogios ao espaço e à vasta oferta turística que a região levou até ao certame. Dos vinhos aos queijos, das compotas ao bolo lêvedo de tudo um pouco o antigo Chefe de Estado foi degustando, tendo ainda tempo para participar numa atividade interativa. Uma visita que se seguiu à apresentação da programação do Coliseu Micaelense e ao anúncio de uma parceria com a Embaixada do México, para trazer a cultura mexicana até às ilhas e para levar os Açores até àquele grande país latino-americano.


