Alexandre Gaudêncio conquistou o coração dos ribeiragrandenses e, no passado dia 26 de setembro, foi reeleito presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, pelo Partido Social Democrata (PSD), com 61,42% dos votos. Na luta pelas Assembleias de Freguesia, o PSD tirou ao PS a presidência das Calhetas, Pico da Pedra e Porto Formoso, realizando um marco histórico, com a tomada de 11 das 14 freguesias do concelho. A presidência da Assembleia Municipal será entregue a José Luís Pontes, no seguimento do triunfo dos social-democratas, com 57,42% dos votos.

 

 

Alexandre Gaudêncio prevaleceu nas eleições autárquicas, que decorreram no passado dia 26 de setembro, e foi reeleito presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande pelo Partido Social Democrata (PSD), com 61,42% dos votos. O Partido Socialista (PS) não convenceu a população, garantindo 32,08% dos sufrágios, contudo conseguiu somar mais 4,94%, em relação a 2017. O Bloco de Esquerda (BE) e o PCP-PEV contaram, mais uma vez, com a perda acentuada de votos, reunindo 1,85% e 0,80%, respetivamente. Já o Chega, que esteve, pela primeira vez, na corrida garantiu 1,54% dos sufrágios. Neste âmbito, o PSD voltou a nomear 5 e o PS 2, enquanto o BE, PCP-PEV e o Chega não elegeram qualquer representante.

Os cidadãos da Ribeira Grande fizeram uma aposta clara no PSD, que, também, venceu a Assembleia Municipal, através de José Luís Pontes, que assegurou, assim, 57,42% dos votos e conquistou 13 dos 21 mandatos possíveis, tendo sido os oito restantes entregues aos socialistas. O BE, Chega e PCP-PEV não elegeram qualquer representante.

Na luta pelas Assembleias de Freguesia, os social-democratas conseguiram, ainda, tirar ao PS a presidência das Calhetas, Pico da Pedra e Porto Formoso, colorindo com a cor laranja 11 das 14 freguesias da Ribeira Grande, o que representou um feito histórico para Alexandre Gaudêncio, que, em 2013, aquando da sua primeira eleição, tomou sete freguesias para o PSD, mais três do que as consigas pelo partido no passado.

Deste modo, a conquista das Calhetas, depois de 12 anos com a cor rosa e sob a presidência de Nélia Duarte, foi mais um motivo para comemorar. Cátia Tavares assume os destinos da freguesia, com 54,45% dos votos, o que representa um aumento de 13,93% face a 2017 para os social-democratas e uma descida de 12,53% para os socialistas, que reuniram 42,86%.

A Freguesia do Pico da Pedra foi tomada pelo social-democrata Fábio Bernardo, que prevaleceu sobre o socialista André Louro durante a disputa. Se em 2017 o PS tinha superado o PSD por 13 votos, nestas eleições autárquicas, os laranjas venceram com 239 votos de diferença para os rosas, conseguindo 55,32% dos sufrágios.

A mudança de cor política estendeu-se à Freguesia de Porto Formoso, da qual o social-democrata Rúben Adriano assumirá os destinos, afastando o então presidente Emanuel Furtado, com uma vantagem de 24,29% dos votos.

Assim, a Freguesia da Conceição vai continuar nas mãos da socialista Gisela Paz, que alcançou a maioria com 69,12% dos votos, ao passo que os social-democratas recolheram 23,52% dos sufrágios. Também a Maia, então liderada por Jaime Rita, que não se pôde recandidatar, uma vez que atingiu o limite de mandatos, manteve-se com a cor rosa, mas, desta vez, sob a presidência de Suzana Ferreira, que conseguiu 51,23% dos sufrágios, mais 4,82% em relação aos laranjas. Por outro lado, o socialista Miguel Sousa reconquistou a Freguesia de Santa Bárbara, depois de ter assumido funções como presidente entre 2005 e 2017, com 65,98% dos votos e uma vantagem de 36,54% em relação aos social-democratas.

Portanto, no total, para as freguesias, o PSD elegeu 72 membros e o PS 50. O PCP-PEV, que apenas se candidatou à Freguesia da Matriz, e o Bloco de Esquerda não elegeram qualquer representante.

Alexandre Gaudêncio dará início àquele que é o seu último mandato à frente dos destinos da Ribeira Grande, com a vontade de continuar a virar o concelho para o mar, não esquecendo as preocupações climáticas, habitacionais e digitais, tendo em vista transformar o município num lugar melhor para se viver, principalmente para as gerações vindouras.

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