A nossa sociedade todos os dias é confrontada com situações de violência e maus tratos aos velhinhos, muitos sentem que são autênticos” fardos” para a família e vivem sozinhos na mais completa solidão e abandonados à sua sorte.

  A solução a esta realidade nem sempre tem o melhor desfecho e muitos praticam o suicídio, outros são colocados num lar e a gravidade da situação é quando ficam esquecidos e quase nunca recebem visitas. As suas vidas ficam limitadas, a um quarto com cama, mesinha de cabeceira e um guarda-fatos partilhado.

  A velhice em Portugal não é devidamente valorizada, as reformas mal dão para sobreviverem ou comprar a medicação necessária e muitos vivem da caridade de vizinhos, ou Instituições que disponibilizam, apoios de higiene, limpeza das suas casas, alimentação etc.

  Um velhinho é sinónimo de sabedoria, a vida foi a sua escola, o pilar na sua família, com boas ou más decisões e em muitos casos o abandono é a fatura de ser idoso. No entanto muitos deles também sentem que são amados e são o orgulho dos filhos, netos, onde serão estimados até ao fim dos seus dias. O papel que desempenham brilhantemente e com distinção é como conselheiros e um ombro amigo que ajuda e se preocupa com aqueles que Ama.

   Os seus conselhos são ensinamentos, grandes lições de vida que se aplicam a todos nós durante a nossa caminhada, a nossa existência.

    “ A vida pode tentar nos derrubar, mas cabe a cada um de nós decidir se nos levantamos ou não”.   

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