O Wall Street English de Vila Nova de Gaia foi fundado em 1997 e tem como missão contribuir de forma ativa para o desenvolvimento pessoal e profissional de todos os que procuram aprofundar os seus conhecimentos da língua inglesa.

Daniel Pinto, diretor do Wall Street English de Gaia, revelou, em entrevista ao AUDIÊNCIA, que se dedica de corpo e alma à administração desta empresa.

 

Qual é a história e o que está na origem da implantação do Wall Street English em Vila Nova de Gaia?
A minha decisão de investir no Wall Street English foi tomada há mais de 20 anos. Na altura trabalhava numa organização há aproximadamente 7 anos, na qual a minha carreira tinha sido, de certa forma, fulgurante e intensa e eu senti que precisava de um novo desafio e tinha o desejo de montar um negócio próprio. Neste seguimento eu aprofundei os meus estudos, pois sou licenciado em Engenharia e tirei um MBA em Comércio Internacional, com o objetivo de aprofundar as minhas competências para montar um negócio próprio. Durante a minha frequência no MBA ocorreu a grande infelicidade de os meus pais terem falecido num acidente de viação e eu decidi pegar no dinheiro hereditário e apostar as cartas todas num negócio próprio. Assim surgiu o Wall Street English. Na altura eu achei curioso como é que poderia haver um negócio de franchising na área do ensino de inglês, mas como eu sou muito curioso, escrevi uma carta de resposta a um anúncio que a minha esposa detetou no jornal Expresso e o Master Franchising entrou em contacto comigo. Na altura, nós estávamos nos primórdios da globalização e, como em todas as grandes revoluções sociais que existem, como é o caso, tal só seria viável, e o sucesso que pudesse reverter dessa revolução social só seria aproveitado se as pessoas dominassem a língua franca e a língua franca, neste momento, quer se queira quer não, é o inglês. O inglês representava, na época, cerca de 80% do volume mundial de negócios do ensino de línguas estrangeiras e, neste momento, em plena globalização, representa 90%. Posso dizer-lhe que não creio que nos próximos 200 anos a língua franca deixe ser o inglês. Aliás, eu acredito que o inglês é a língua franca e é aquela que vai fazer cada vez mais diferença junto das pessoas, tendo em conta o seu enquadramento junto da sociedade global. O Wall Street English de Gaia chamava-se Wall Street Institute e, na época, fazia parte do plano de expansão da marca abrir um segundo centro no Grande Porto, porque o primeiro centro do Wall Street que abriu em Portugal foi no Campo Alegre e era um centro piloto. Só depois de algum tempo, já em 1994, é que se abriu um centro em Lisboa. O Wall Street de Gaia foi o segundo centro a abrir no Grande Porto, porque, há 20 anos, havia muitos estudantes de Vila Nova de Gaia que estudavam no Wall Street do Porto e havia problemas no que respeita aos transportes. Na altura o metro ainda não existia e as estradas para a Ponte da Arrábida eram um pesadelo e, como tal, existiam muitas pessoas que tinham de se deslocar ao Porto para estudar inglês, então decidiu-se apostar nesta zona, em Vila Nova de Gaia, e com isto dar também mais qualidade de vida aos gaienses que estudavam no Porto, para que pudessem estudar inglês em Gaia e com isso, de facto, o crescimento de negócio foi avassalador. Nós estamos muito gratos por tudo o que somos, por tudo o que temos feito e por todos os serviços que prestamos, mas também acreditamos que viemos prestar uma mais-valia para a população de Vila Nova de Gaia.

 

BI
Daniel Pinto tem 53 anos, nasceu em Paranhos e é portuense de gema, mas neste momento vive em Matosinhos e trabalha em Vila Nova de Gaia. O diretor do Wall Street de Gaia intitula-se como sendo um homem de família, tem 4 filhos e, por isso, é membro da Associação Portuguesa das Famílias Numerosas. Neste seguimento, Daniel Pinto revelou que foi franchisado pelo Wall Street de São João da Madeira e pelo Wall Street de Viseu, mas que acabou por vender as suas participações nestas empresas para se dedicar em exclusivo ao Wall Street de Gaia, porque, para Daniel, a família está acima de tudo. Apaixonado pelo Futebol Clube do Porto e pela jardinagem, o diretor do Wall Street English de Gaia é um homem de fé e acredita que tudo tem um significado na vida. Daniel Pinto também se preocupa com questões sociais, é muito amigo do César Pina e faz parte da Academia do Bacalhau do Porto, que é uma associação benemérita e filantrópica.

Porquê Wall Street English? O que conduziu à mudança de nome e, naturalmente, de logótipo?
O Wall Street English é o nome atual do antigo Wall Street Institute, que é uma marca com 45 anos. Sucede-se que, no mundo dos negócios, as marcas muitas vezes mudam de dono. Eu posso dizer-lhe que desde que sou franchisado, já tivemos certa de quatro donos e que, neste momento, nós pertencemos a um hedge fund asiático, ou seja, a Pearson, que era a maior empresa de produção de conteúdos de língua inglesa vendeu a marca a um hedge fund chinês, mais concretamente à CITIC, Capital and Baring Private Equity Asia (BPEA), que é uma empresa reconhecida pelos seus investimentos no setor da educação. No que respeita à mudança do nome da marca, esta está ligada ao facto de, aquando da entrada do Wall Street Institute na China, este nome ter de ser traduzido em chinês e acontece que não existe tradução para a palavra “Institute” em chinês, pelo que, para que a marca pudesse ter registada e trabalhada na China, tiveram de mudar o nome para Wall Street English. Quando a Pearson comprou a marca ao grupo Laureate verificou que a mesma marca tinha dois nomes a nível global e que não fazia sentido, então decidiram homogeneizar o nome da marca para todo o mundo e como o negócio na China representa 90% dos proveitos da marca, eles adotaram o nome Wall Street English e implementaram-no no ocidente.

 

Quais são os pilares e os objetivos deste instituto? O que o distingue de tantos outros?
Nós somos uma empresa especializada na língua inglesa e temos um “know-how” em termos de investigação e de desenvolvimento de produto com 45 anos. Somos uma empresa especializada em adultos, ou seja, as nossas metodologias foram desenhadas para que os adultos pudessem aprender inglês, porque o adulto tem uma vida muito complicada nos dias de hoje e é muito complicado para eles fazer a gestão do tempo, por isso, é muito difícil para um adulto aprender uma língua num sistema tradicional com horários rígidos. Foi assim que nasceu o Wall Street, havia muitas pessoas que necessitavam urgentemente de aprender inglês, mas não tinham tempo nem como, então criaram um sistema no qual as pessoas pudessem, no decorrer de um determinado período, aprender inglês com flexibilidade de horários e sem limite de horas. Esta é a nossa génese, horários flexíveis e sem limite de horas, desta forma as pessoas estudam quando lhes é conveniente, sem terem de se adaptar a um horário. As nossas aulas com os professores são dadas a turmas bastante reduzidas, compostas no máximo por cinco pessoas, sendo que as aulas se dão sempre mesmo que se tenha apenas um aluno. Temos também, professores especialistas em conversação e apostamos muitas horas de serviço nisso, nomeadamente, nas aulas complementares, também conhecidas como “Conversation Classes”. Temos também um clube social que promove iniciativas, por exemplo, de carácter lúdico, recreativo e social, para que os nossos alunos possam praticar o inglês fora da bolha académica, como se tivessem em situações da vida real. Estas atividades de “Social Club” podem ser indoor, como também podem ser outdoor, como é o caso de uma visita à zona velha do Porto com um guia em inglês, já fomos ao Parque de Santo Inácio, com um guia em Inglês, ou seja, são atividades nas quais os alunos podem praticar o inglês como se estivessem em situações da vida real. Posso dizer-lhe ainda que somos das únicas empresas do mundo dos serviços em que, em condições especiais, os nossos clientes podem experimentar gratuitamente o método sem se comprometerem connosco, bem como somos únicos na garantia dos resultados por escrito, ou seja, se os nossos alunos seguirem as nossas recomendações nós garantimos os resultados aos alunos, sendo que essa garantia pode ser ativada caso os alunos, após terem seguido as nossas recomendações, não tenham atingido os objetivos e isto é feito por escrito. Eu acho que é um conforto e transmite conforto também aos nossos clientes quando nos procuram, para saberem se estão a fazer a aposta certa.

 

O Wall Street English de Vila Nova de Gaia celebrou em novembro do ano transato 20 anos de existência. O que é que este marco significa para si e para o instituto? O que representa?
Eu estou, naturalmente, orgulhoso, porque uma empresa que celebra 20 anos de existência, num país como o nosso, com os constrangimentos que temos, com a economia que temos, é um feito notável, mas este feito notável não teria sido possível se não fosse a qualidade do serviço que nós prestamos, porque se o nosso serviço não tivesse qualidade não estaríamos há 20 anos no mercado. Este feito deve-se também ao cuidado que temos na seleção do nosso staff e do envolvimento que criamos no interior da nossa empresa por parte da nossa equipa. Aliás, se falar com qualquer uma das pessoas que trabalham aqui, vão dizer-lhe que trabalhar no Wall Street é muito mais do que obter um rendimento, porque sentem que este é um projeto que lhes dá muita satisfação. Posso dizer-lhe que nas reuniões que eu tenho com a nossa equipa apercebo-me, muitas vezes, do orgulho que as pessoas têm da evolução dos nossos alunos, de verem que alguém mudou de emprego ou de vida porque adquiriu aqui competências que não tinha e isso enche-nos de orgulho e, naturalmente, que para além do trabalho e dedicação de todos aqui dentro, este feito deve-se aos nossos clientes que depositaram a sua confiança em nós. Ao longo destes 20 anos já passaram cerca de 10 mil pessoas pelo Wall Street de Gaia, que usufruíram dos nossos serviços, portanto, não posso deixar de agradecer a confiança depositada em nós e por terem contribuído para a nossa realidade. Atualmente temos cerca de 650 alunos e é quase impossível encontrar uma pessoa que não conheça alguém que lhe tenha falado sobre o Wall Street English e isso também é importante. Eu, enquanto empresário, só tenho de agradecer todas as amabilidades que sempre tivemos da parte das autoridades de Vila Nova de Gaia, nomeadamente, o seu espírito cooperante na resolução de qualquer problema que surgisse. Posso dizer-lhe que, recentemente, em conversações com a Câmara Municipal de Gaia fizemos uma restruturação na nossa sinalética destinada a favorecer a integração cosmética das fachadas e, com isso, conseguimos uma redução do pagamento das taxas. Portanto, existe este espírito de colaboração. Nota-se que os funcionários estão mais recetivos para com estas realidades e posso também dar-lhe uma palavra de apreço relativamente ao nosso senhorio que sempre valorizou imenso a nossa vinda para este local, por isso só posso estar agradecido a todos os gaienses que apostaram e acreditaram no nosso serviço e que contribuíram para que, ao fim de 20 anos, nós continuássemos a ser uma empresa de referência. Posso dizer-lhe que, em Gaia, hoje em dia, quando se pensa no inglês pensa-se no Wall Street English e isso a mim enche-me de orgulho, naturalmente.

 

O Wall Street English emprega quantas pessoas?
O Wall Street English de Gaia emprega 12 pessoas. Nós temos um quadro fixo, no entanto, já passaram por nós cerca de 80 jovens e para mim também é motivo de orgulho dar o batismo, dar os primórdios do mercado de trabalho a tantos jovens, e posso afirmar que muitos deles ainda nos visitam e nos ligam e isso também é muito importante e enche-nos de orgulho.

 

 

 

Quem procura o Wall Street English?
No início o nosso público-alvo eram os adultos que tinham dificuldades de gestão de tempo para aprender uma língua, por causa dos horários rígidos e a liberdade de horários é uma grande vantagem para as pessoas porque, inclusivamente, o nosso método permite ao aluno interromper o seu curso seja para ir de férias, seja por doença, seja porque está com um pico de trabalho, portanto os alunos podem interromper o seu curso, sem qualquer tipo de consequência, mas com limites, naturalmente. Posteriormente começou a aparecer o cliente premente, mais especificamente, os jovens licenciados que não conseguiam entrar no mercado de trabalho porque não dominavam a língua inglesa e que, como sabiam que podiam aprender no Wall Street ao seu próprio ritmo, vieram para cá e adotaram um ritmo mais intenso e conseguiram atingir os seus objetivos dentro do tempo previsto. Parece que não, mas, por vezes, ao adquirir competências num ano quando no sistema tradicional podem demorar 2 ou 3 anos, está-se a ganhar tempo e isso permite aceder ao mercado de trabalho mais rapidamente. Portanto, havia o cliente premente que só no Wall Street é que conseguiria atingir aquelas competências adotando um ritmo próprio, mais intensivo e, ultimamente, tem-nos aparecido, de facto, cada vez mais jovens e muitos universitários. Durante a crise, ocorreu um fenómeno associado a algumas profissões como médicos, enfermeiros que necessitavam de concorrer aos concursos do National Health Service e que, para tal, precisavam de certificações, portanto foi o próprio mercado que nos levou a responder às necessidades. Neste momento, nós temos um vasto leque de ofertas de certificações, nomeadamente os exames de Cambridge e os cursos de certificação de PET, FCE, CAE e IELTS e o Curso de Inglês Geral&Market, que fazem parte de um mercado emergente. Por exemplo, uma coisa interessante que nós fazíamos era recomendar aos jovens que começassem a adquirir competências bilingues aquando da sua entrada na faculdade, mas, neste momento, nós preconizamos que essas competências bilingues comecem a ser adquiridas já no 10º ano e é por esta razão que temos cada vez mais jovens inscritos no Wall Street English de Vila Nova de Gaia. Nós somos uma empresa de vanguarda tecnológica e os jovens são fascinados pela tecnologia, pelo que o Wall Street English está-se a jovializar neste sentido. Temos, de facto, muitos jovens que começaram a aprender inglês já no seu 10º ano para quando entrarem na faculdade poderem aceder ao programa Erasmus, que eu não sei se as pessoas sabem, mas o programa Erasmus é um pouco restritivo pois exige que os candidatos possuam o nível B2 de inglês, que será mais ou menos o nível do First Certificate in English. Portanto, eu recomendo aos jovens que sonham com uma experiência de Erasmus, que comecem já a adquirir essas competências, para depois, quando forem notificados, aquando da candidatura, terem o certificado e as competências necessárias, que não são conseguidas em 6 meses.

 

Quais sãos os métodos de ensino utilizados e quais são as formas de aprendizagem disponíveis?
Para além dos métodos referidos anteriormente, nós também prestamos um serviço para clientes do segmento VIP, isto é, para clientes que preferem ter aulas sozinhos e temos cursos desenhados nesse sentido, mas também somos da opinião de que a socialização favorece imenso o aluno, nomeadamente na sua autoconfiança.

 

De que forma utilizam a ferramenta multimédia como uma ferramenta de estudo para as pessoas aprenderem inglês?
Nós, de facto, fomos pioneiros na utilização da ferramenta multimédia como uma ferramenta de estudo. Em termos de plataformas e de métodos de ensino, o Wall Street English foi pioneiro no recurso à ferramenta multimédia como ferramenta de trabalho para se aprender inglês e com isto quero-me distanciar, com o devido respeito, dos cursos de venda de cassetes, porque, na verdade, o nosso negócio não é cassetes, não é computadores, o nosso negócio é o serviço e na panóplia desse serviço, nós utilizamos ferramentas de estudo multimédia e nesse multimédia os conteúdos são desenvolvidos por nós, os alunos são obrigados a estudar, ou seja, só conseguem evoluir no seu estudo se andarem para a frente, porque o método, ao ser interativo, implica que o aluno para ter aula com o professor tenha de completar as etapas na ferramenta multimédia e tenha mesmo de estudar, tenha mesmo de se preparar, ou seja, a possibilidade de um aluno vir para aqui sem estar preparado é rudimentar, porque aquilo que o professor depois vai fazer na sala de aula, pressupondo que completaram as etapas, é consolidar aquilo que os alunos estiveram a estudar. No que respeita os manuais, estes são elaborados por nós, servem de suporte à aula que é dada pelo professor e são compostos por conteúdos que os alunos estão a estudar no multimédia. Portanto, há uma integração de ferramentas cá dentro, há uma integração de todas as ferramentas que nós utilizamos e que nós disponibilizamos aos nossos clientes para aprenderem inglês.

 

O Wall Street English realiza ações em prol de associações e instituições de solidariedade social, pode nomear algumas e referir qual é o papel do instituto nestes feitos?
A nível nacional o Wall Street English Portugal criou uma série de iniciativas nas quais nós também colaboramos, nomeadamente, na recolha de fundos para as vítimas de Pedrógão Grande, na recolha de fundos para a Kanimambo, que é uma associação moçambicana que promove e apoia a plena integração de pessoas com albinismo nos países lusófonos, na realização de ações em prol da Associação Acreditar, também já beneficiamos a CAIS, já tivemos pessoas da CAIS a estudar no Wall Street. Se nos referirmos apenas ao Wall Street de Gaia, nós apadrinhamos desde 2010 e temos um carinho muito grande pelo Centro de Acolhimento Temporário de Crianças da Santa Casa de Misericórdia de Gaia, para o qual, todos os anos no Natal, nós oferecemos um cabaz e reunimos presentes adequados para as crianças junto dos nossos alunos. Posso dizer-lhe que este é um momento do qual as crianças gostam muito e ao qual também costumo levar os meus filhos e os funcionários do Wall Street também costumam levar os seus filhos, porque é importante perceberem que há crianças que, apesar de terem amor e acolhimento, não têm família, e é importante que as crianças de famílias ditas estruturadas percebam que, de facto, existem outras realidades.

 

O Wall Street English tem protocolos e parcerias com diversas instituições. Pode falar-me sobre estes, assim como de que forma acrescentam valor ao serviço prestado pelo instituto?
O Wall Street English tem inúmeros protocolos, nomeadamente com o Cartão Jovem, com a Caixa Geral de Depósitos, com o ISPGAYA, com o ISLA, com a própria Associação das Famílias Numerosas, com a ACRAL – Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve, com a AFUM – Associação de Funcionários da Universidade do Minho, com a AEGIA – Associação de Engenharia e Gestão Industrial de Aveiro, com a Associação de Estudantes da Escola Superior de Hotelaria e Turismo, com a Associação Mutualista do Montepio Geral, com o Cheque Aluno, com o Cheque Dejeuner, com o Cheque Estudante, com o Instituto Politécnico de Santarém, com a Lanidor, com os Passinhos de Rei, com a Rangel, com o Ticket Ensino e com o Ticket Educação. Estes protocolos são válidos até ao dia 31 de dezembro de 2018 e são muito interessantes porque permitem que as pessoas de uma determinada associação, de uma determinada escola, ou instituição, tenham acesso a serviços em condições mais vantajosas do que o público em geral. Do nosso lado, também é uma forma de divulgação junto dos clientes e das pessoas que fazem parte das entidades protocoladas.

 

Quais são as perspetivas para o futuro?
A nossa perspetiva para o futuro é uma certeza que passa pela inovação. Nós vamos estar sistematicamente a investir na inovação e no desenvolvimento do produto. Mas, para mim, o mais importante é ter a certeza de que vamos continuar a investir sistematicamente no produto. Eu posso dizer-lhe que já assisti a uma evolução tecnológica tremenda, desde a utilização de cassetes para fazer o estudo em multimédia, passando por consolas e monitores de televisão para se fazer vídeo-atividades, para se passar depois para o computador e mais tarde para a plataforma digital, portanto, nós estamos a evoluir numa velocidade vertiginosa. No que respeita às perspetivas, posso ainda afirmar que nós vamos entrar cada vez mais no mercado das certificações, que é um mercado que está em expansão, e vamos acompanhá-lo, certamente. O Wall Street vai continuar focalizado nas necessidades e nos alertas que o mercado nos transmite, para prestar o melhor serviço e responder a essas mesmas necessidades. O paradigma atual é totalmente diferente, as pessoas de hoje em dia não contam com aquilo que o mercado lhes disponibiliza, hoje em dias as pessoas contam com os produtos e serviços de que realmente necessitam e só estará no mercado quem tiver esta capacidade de estar atento e quem souber acarinhar os seus clientes indo ao encontro daquilo que eles realmente precisam e não daquilo que nós lhes queremos disponibilizar.

 

 

Paula Almeida, 45 anos, assessora didática e trabalha no Wall Street English há 20 anos

“O Wall Street English é um local que me faz ter contacto com as pessoas e eu gosto de ter contacto com as pessoas. A carreira é importantíssima e eu estou muito satisfeita, caso contrário não estava cá há tanto tempo, mas para além disso, posso dizer-lhe que é muito importante nós vermos a evolução dos alunos, das pessoas que nos procuram para saber como funciona, a forma como elas depois se relacionam com a escola, com os professores e também ver de algum modo o sucesso que elas conseguem atingir através do Wall Street. Eu acho que o Wall Street tem, acima de tudo, um impacto sobretudo na vida pessoal e na vida profissional dos seus alunos, por isso, o Wall Street representa sempre a carreira, a profissão, mas também a responsabilidade de agir no ensino e na formação e no fundo na vida das pessoas”.

 

Marisa Rocha, 28 anos, professora de inglês no Wall Street English há cerca de 9 meses

“Eu encontrei no Wall Street o desafio de dar aulas a várias faixas etárias. Neste instituto há um ambiente familiar, não só entre nós colegas de trabalho, mas também com os alunos, pois nós temos aquela perceção de que já os conhecemos passado duas ou três semanas e é aquele ambiente mais informal lá fora e mais formal na sala de aula, mas é um ambiente bastante familiar. Nós vemos que os alunos vêm para cá e que gostam não só do ensino em si e do método que nós utilizamos, mas do ambiente que se cria. Nós temos pessoas que não vêm aqui só para aprender, mas também para passar tempo e para se divertirem porque esse também é o nosso objetivo, que os alunos se divirtam a aprender a falar inglês”.

 

Cristiano Vieira, 22 anos, estuda no Wall Street English há mais de 2 anos

“Eu vim estudar para o Wall Street English por intermédio de uma vizinha minha que estudou cá e que me aconselhou este instituto. Eu acho que este curso é muito bom, pois conjuga o manual com o computador e com aulas de conversação, nas quais posso praticar o que vou aprendendo e praticar o meu inglês. Eu decidi tirar este curso porque eu tirei o curso de Turismo no secundário, mas tinha um nível básico de inglês e para eu trabalhar na área preciso de um nível de inglês avançado. Eu ainda tenho algumas dificuldades ao nível da conversação, mas ainda tenho mais níveis pela frente, para aprender mais, e acredito que até ao final do curso vou conseguir alcançar o nível que pretendo”.