É cada vez mais recorrentes, os consumidores serem expostos ao marketing dos bancos na televisão, na rádio ou nas caixas de correio, de forma tentadora. São oferecidos créditos com sorteios de viagens, algumas vezes pré-aprovados e alegadamente sem juros associados. Para o consumidor é cada vez mais difícil perceber se está, ou não, perante uma fraude, num quadro de uma, ainda grande, iliteracia financeira e de complexidade dos produtos que o mercado oferece.

Face ao maior rendimento disponível, a tentação para assumir créditos é cada vez maior. No entanto, os consumidores devem estar atentos e preparados para avaliar, se será ou não vantajoso assumir mais um crédito, e se quem oferece é uma entidade autorizada pelo Banco de Portugal.

Para que não coloquem em risco a estabilidade financeira familiar, é fundamental avaliar com rigor a situação e assumir, de forma responsável, o crédito que lhe propõem e ponderar a necessidade de contraí-lo.

É importante analisar o peso dos créditos no seu rendimento, ou seja, a taxa de esforço e de juro, neste caso a Taxa Anual Efectiva global (TAEG). Na TAEG estão incluídos juros, comissões, impostos e outros encargos do crédito, como os seguros obrigatórios ou comissões, por exemplo. O MTIC, isto é, o Montante Total Imputado ao Consumidor representa o custo total do empréstimo. Por exemplo, se pedir um empréstimo de 5000 euros e o MTIC for de 7500 euros, quer dizer que quando acabar de pagar esse crédito, se cumprir o prazo previsto, no fim desembolsou 7500 euros.

Rigor e ponderação são dois critérios fundamentais para a análise de contração de créditos. Se pretender, a DECO ajuda todos os consumidores a avaliar a situação, através de uma consulta no portal www.gasdeco.net ou presencialmente na delegação.

 

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