Rui Rocha Pereira foi eleito presidente da Comissão Política e José Carlos Filipe Ramos foi nomeado presidente da Mesa do Plenário do PSD Gaia, em contexto de lista única, com 305 votos a favor e 25 brancos e nulos, no seguimento das eleições ocorridas no passado dia 30 de outubro.

 

 

“Concorreu ao ato eleitoral uma única candidatura que, não obstante o fim de semana prolongado e as condições climatéricas adversas, que obteve uma participação expressiva e uma votação histórica, em contexto de lista única, tendo sido eleito presidente da Comissão Política, o companheiro Rui Rocha Pereira e presidente da Mesa do Plenário, o companheiro José Carlos Filipe Ramos”, referiu a concelhia social-democrata gaiense, em comunicado, esclarecendo que “num universo de quase 884 eleitores, participaram 330 militantes, que correspondem a mais de 37% dos inscritos, e os novos órgãos políticos do PSD Gaia foram eleitos com 305 votos a favor e apenas 25 votos brancos e nulos”.

No contexto do sufrágio ocorrido no passado dia 30 de outubro, o PSD Gaia aproveitou, ainda, a ocasião para salientar que “infeliz e estranhamente, ao contrário do que, a espaços e intermitentemente têm veiculado alguns órgãos de comunicação social, há muitos oportunistas, muita crítica soez, muitos apelos ao boicote eleitoral até, mas também muita pouca vontade de debater projetos e ainda mais falta de coragem de levar as ideias a sufrágio”, acrescentando que “ao contrário do que alguns, felizmente poucos, prometem e profetizam nas redes sociais, não há oposição, nem alternativa ao caminho de credibilidade e à linha política seguida pelo PSD Gaia desde 2015”.

Agradecendo a Cancela Moura “pelo sentido de missão, pela resiliência do contributo ao PSD Gaia e pelo sentido de responsabilidade e pela nobreza de carácter”, o PSD Gaia garantiu que “a Comissão Política legitimamente eleita, continuará a reativa o PSD Gaia, do estado comatoso em que recebeu o partido em 2015, e trabalhará afincadamente na agregação e unidade do partido em torno das nossas causas comuns, renovando um caminho afirmativo e consolidado, onde todos contam, incluindo aqueles que se demitiram das obrigações, que decorre da sua condição de militante”.