Dias 6 e 7 de dezembro a cidade da Ribeira Grande recebe as comemorações do 25.º aniversário da Tuna Académica da Universidade dos Açores (TAUA).

No dia 6 haverá Noite de Serenatas na Igreja de Nossa Senhora da Conceição e no dia 7 um concerto de cariz solidário no Teatro Ribeiragrandense.

A TAUA foi fundada a 6 de dezembro de 1993, comemorando este ano o seu 25.º aniversário de atividade ininterrupta.

Para estas comemorações vêm do Canadá a Luso-Can Tuna, a tuna afilhada da TAUA, e também de Lisboa a TAISCTE, madrinha da tuna anfitriã. Outras participações consideradas especiais para os jovens estudantes é a dos Myrica Faya e de Luís Alberto Bettencourt, músicos regionais, bem como a presença de uma orquestra composta por alunos e ex-alunos do Conservatório Regional de Ponta Delgada.

De acordo com o Magíster da TAUA, Rui Silva, este é um importante momento para todos aqueles que passaram pela tuna, transformando-se num encontro de gerações pela quantidade de antigos elementos que regressarão a São Miguel para celebrar esta data.

Os jovens que compõem a tuna mais antiga do polo de Ponta Delgada da Universidade dos Açores prometem levar música, diversão e espírito académico à cidade norte de São Miguel.

 

 

São dois dias de festa, dois dias em que a Ribeira Grande vai acolher o espírito académico.
Exato. A data será assinalada com uma Noite de Serenatas no dia 6 de dezembro, na igreja Nossa Senhora da Conceição, na Ribeira Grande, pelas 21h00 e também com um concerto de cariz solidário no dia 7, no Teatro Ribeiragrandense pelas 20h30, em que será também lançado o novo registo discográfico da tuna. A noite do dia 6 será composta pelas atuações dos grupos musicais da Universidade dos Açores, nos quais se incluem os Tunídeos, a Tuna com Elas, a Enf’In Tuna e o Grupo de Fados, bem como as atuações da TAISCTE, a Tuna Académica do ISCTE-IUL e da Luso-Can Tuna, a única tuna existente na América do Norte. No concerto do dia 7 sobem ao palco do Teatro Ribeiragrandense Luís Alberto Bettencourt, o grupo terceirense Myrica Faya e uma orquestra composta por alunos e ex-alunos do Conservatório Regional de Ponta Delgada, bem como também haverá atuações da TAISCTE, da Luso-Can Tuna e como anfitriã, a TAUA.

 

Sendo a TAUA sediada em Ponta Delgada, porquê comemorar o 25.° aniversário na Ribeira Grande?
O polo de Ponta Delgada da Universidade dos Açores é de facto a sede da TAUA, mas isso não invalida que as suas atividades se resumam a esse espaço geográfico. A deslocalização das comemorações do aniversário surgiu com a ideia de levar o ambiente e espírito académico proporcionado pela presença de tunas, a um lugar onde, por norma, ele não existe.

 

Qual foi a recetividade dos órgãos do poder local para realizar este evento?
Este evento envolve muitos participantes e grupos que trarão uma grande atividade e energia à cidade, e por isso, a proposta de realização do evento na Ribeira Grande foi recebido com muita satisfação por parte dos órgãos do poder local e de algumas empresas locais. Contamos com um grande apoio da Câmara Municipal da Ribeira Grande e das Juntas de Freguesia da Ribeira Seca, Matriz e Conceição, bem como de muitas empresas sedeadas na Ribeira Grande e em Ponta Delgada.

 

Quais as principais dificuldades que encontraram na organização do evento?
O evento começou a ser planeado e preparado com a antecedência necessária para que todos os problemas e dificuldades fossem superados em tempo útil. Porém, a maior dificuldade centrou-se na parte logística, relacionada com a estadia das tunas deslocadas de Lisboa e do Canadá, pelo facto de não existirem locais disponíveis com capacidade suficiente e condições necessárias para esse fim.

 

Parte da bilheteira reverte a favor da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Ribeira Grande. Porquê a escolha desta instituição?
As associações de bombeiros do arquipélago dos Açores, e em particular a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Ribeira Grande desenvolvem um trabalho meritório no apoio às populações, na intervenção em situações de emergência ou de catástrofe e na formação cívica dos seus ativos. Consideramos que é importante valorizar e apoiar o trabalho desenvolvido pelos Bombeiros Voluntários e por isso decidimos entregar metade do valor da bilheteira a esta instituição.

 

Como é que é preparar e comemorar os 25 anos da tuna?
Contamos ter envolvidos cerca de 200 participantes, entre tunas e grupos musicais, nos dois dias de atuações. Preparar um evento com duração de vários dias e com atuações de vários grupos, é deveras desafiante e estimula muito o poder de organização e resolução de problemas. É com grande sentido de responsabilidade e vontade de fazer o melhor, que assinalamos a passagem do 25.º aniversário da TAUA lembrando o esforço e dedicação de todas as gerações que ao longo do tempo fizeram da TAUA o que ela hoje representa no meio académico.

 

Quais são as expectativas para os dias 6 e 7 de dezembro?
Esperamos que este evento traga muitas pessoas à Ribeira Grande e como é óbvio ter casa cheia. Ao longo dos seus 25 anos, centenas de alunos da Universidade dos Açores, oriundos de muitas partes do mundo, fizeram parte da TAUA. Contamos este ano com muitos deles o que tornará esta comemoração num convívio de gerações, de recordações, de alegrias e, acima de tudo, de muito espirito académico. Dedicamos muito do nosso tempo na sua organização e esperamos que o evento seja do agrado de todos os que nele participem.

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