A XXI Gala AUDIÊNCIA voltou, no passado dia 2 de fevereiro, ao Auditório de Olival, em Vila Nova de Gaia, onde reuniu cerca de 600 pessoas, para distinguir 24 individualidades e instituições, que se destacaram pelos seus feitos. Foi uma noite longa, mas onde prevaleceu a magia e a emoção sentida por todos os distinguidos e pela calorosa plateia, que se rendeu aos momentos dançantes e musicais, que embelezaram a noite. Foram várias as presenças no certame em que Luís Filipe Menezes, presidente da Câmara Municipal de Gaia, foi distinguido com o Troféu Personalidade 2025, nomeadamente, Maria João Carreiro, secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, Sérgio Araújo, presidente da Câmara Municipal da Trofa, Jaime Vieira, presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Elizabete Silva, Carla Costa e António Barbosa, vereadores da Câmara Municipal de Gaia, Miguel Azevedo, presidente da Casa dos Açores do Norte, e Eduardo Costa, presidente da ANIR.
Contra ventos e marés, o relógio marcava as 20h30, do dia 2 de fevereiro, quando começou a soar o som dos bombos e tambores da Fanfarra Recreativa e Cultural de Olival, assinalando, assim, o início da XXI Gala AUDIÊNCIA.
Abrindo oficialmente o evento, Joaquim Ferreira Leite, diretor do Jornal AUDIÊNCIA, começou por agradecer a presença do público e das mais de 200 entidades oficiais, sublinhando a diversidade geográfica e institucional dos convidados.
“Estamos em Olival e quero agradecer a presença de todos. Começo por saudar os representantes do senhor presidente da Câmara Municipal de Gaia, nomeadamente as senhoras vereadoras Elizabete Silva e Carla Costa e o senhor vereador António Barbosa”, afirmou, estendendo as saudações às autarquias da Trofa e de Matosinhos, bem como à delegação da Região Autónoma dos Açores, liderada pela Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, Maria João Carreiro, classificando-a como “uma enormíssima delegação”.
Joaquim Ferreira Leite fez ainda questão de enaltecer a presença de representantes da diáspora portuguesa, destacando Norberto Aguiar, do Canadá, ligado ao jornal e canal televisivo LusoPress TV, e Emanuel Fernando Leão, radicado em Paris, promotor de produtos tradicionais portugueses. “Alguns percorreram milhares de quilómetros para estarem aqui hoje”, referiu, numa reflexão crítica sobre o compromisso cívico e cultural.
Presente no palco, ao lado da Fanfarra Recreativa e Cultural de Olival, o presidente da Assembleia Geral desta instituição, Sérgio Gil, deu as boas-vindas aos presentes, ressaltando que “vocês estão no ponto mais alto de Vila Nova de Gaia, que tem um património natural muito rico”. “‘Os terrenos não são meus, mas a paisagem é minha’, esta é uma frase de Orlando Ribeiro, o nosso maior geógrafo. Nós vamos ter uma noite muito feliz, com a atribuição dos troféus aos homenageados. Fico muito contente por o meu amigo diretor do Jornal AUDIÊNCIA, Joaquim Ferreira Leite, realizar aqui este evento, tendo eu sido um dos primeiros correspondentes deste órgão de comunicação social e tenho alguns artigos publicados neste jornal. Também fiquei muito feliz quando estive nos Açores, onde este órgão de comunicação social tem a sua redação”.
Também a poetisa e habitual apresentadora da Gala AUDIÊNCIA, Manuela Bulcão, foi convidada a tomar a palavra, expressando a sua satisfação por regressar ao evento e presentando a plateia com um momento de poesia.
Posteriormente, o diretor do AUDIÊNCIA retomou a sua intervenção, reforçando a dimensão internacional do jornal e a sua ligação às comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo. “Temos, felizmente, leitores espalhados por todo o globo”, afirmou, lamentando apenas que, este ano, não tenha sido possível realizar a Gala nos Estados Unidos da América, deixando, no entanto, a promessa de que tal poderá acontecer no futuro.
Foi também anunciada, em primeira mão, a data da XXII Gala AUDIÊNCIA, agendada para 22 de fevereiro de 2026, ainda sem local definido. “O Jornal AUDIÊNCIA aceita sugestões. Nós não nos importamos de realizar este evento em qualquer parte do mundo, isto porque sabemos que temos leitores espalhados pelos cinco continentes. Onde sentirem que somos úteis, nós estaremos”, sublinhou, acrescentando que a única exigência é o respeito por um projeto que se assume como uma “voz livre, que dá voz a quem não tem voz”. “E hoje, é um dia particularmente triste para mim, porque enquanto alguns cidadãos investiram milhares de euros, sem qualquer contrapartida, para estarem aqui, alguns ao pé da porta, com grandes responsabilidades não o fizeram, nem tiveram uma palavra de alento, mas nós estamos habituados”, acrescentou.
Após o discurso de Joaquim Ferreira Leite, decorreu a apresentação das primeiras personalidades e instituições que se destacaram, pelos feitos realizados. Assim, sem mais demoras, o diretor do AUDIÊNCIA anunciou o Trofeu Projeto Social 2025, atribuído à Associação Social e de Desenvolvimento de Guifões, o Troféu Educação & Solidariedade 2025 entregue à APPACDM da Trofa e o Troféu Cidadania & Dedicação 2025 concedido a Aníbal Gomes Lira. Já, o Troféu Gestão & Criatividade 2025 foi concedido a Carlos Mouta, ao passo que o Troféu Gestão & Ambiente 2025 foi para Joaquim Poças Martins e o Troféu Sinal dos Tempos 2025 para Manuel António Oliveira.
Mais tarde, num tom mais pessoal, Joaquim Ferreira Leite destacou a importância da subscrição do jornal como forma de apoio ao jornalismo independente. “Ao assinarem o jornal estão a contribuir para o jornalismo livre e independente, sem lobbies”, frisou.
Referindo ainda a dificuldade em garantir a continuidade do jornalismo regional, Joaquim Ferreira Leite partilhou um momento íntimo ao mencionar o neto, presença habitual nas Galas. “Pretendo incutir no meu neto o bichinho por esta arte”, disse, revelando que este regressou este ano à Gala e que, em breve, será acompanhado pela irmã que está para nascer.
Um dos momentos mais marcantes da noite foi o anúncio da futura homenagem a Henrique Pereira, um português natural de Guimarães que percorre a Europa a pé. “Partiu de Guimarães a 5 de outubro de 2023. Neste momento, já percorreu 23 países e está a acompanhar-nos em direto, da Moldávia”, revelou Joaquim Ferreira Leite, contando que “este português trabalhava nos CTT e teve um AVC meio ano antes, tendo ficado com uma paralisia facial do lado esquerdo e tinha a ideia louca de percorrer a Europa a pé, visitando todos os países”.
Após a projeção de três vídeos de Henrique Pereira, denominado ‘Riicky Odissey’ nas redes sociais, o diretor deste órgão de comunicação sublinhou que “o AUDIÊNCIA está a acompanhar esta experiência”. “Brevemente, nas nossas edições vamos dar a conhecer a história deste português e quero dizer-vos que ele já foi nomeado e será vencedor do Troféu AUDIÊNCIA em 2029, porque ele só chegará a Portugal em 2028, ou seja, cinco anos depois de partir de Guimarães. Portanto, anuncio-vos já, em primeira mão, de que será vencedor de um dos Troféus AUDIÊNCIA. Ele anda sozinho, mas ele fala sempre em ‘nós’, portugueses, e dedica a sua odisseia a todos os portugueses, nos vídeos que poderão ver nas redes sociais, porque ele anda sozinho e vive do que lhe dão durante a viagem”.
Após esta revelação, foi dada continuidade à entrega dos galardões AUDIÊNCIA. Neste seguimento, o Troféu Artes & Letras 2025 foi entregue a Inês Soares, enquanto o Troféu Ensino 2025 foi concedido à Academia de Música de Vilar do Paraíso e o Troféu Projetos & Ideias 2025 foi para a Sociedade Filarmónica de Crestuma.
Por conseguinte, Joaquim Ferreira Leite enalteceu que “as artes de Vila Nova de Gaia estão altamente representadas aqui, aliás, numa altura de marés bem vivas, a presença cultural, hoje, aqui, neste palco de Vila Nova de Gaia e no interior-sul do concelho bem provar que há vida, para além da urbanidade circulatória poluente do centro das grandes cidades”.
Deste modo, o diretor deste órgão de comunicação procedeu à entrega de mais distinções. Assim, o Troféu AUDIÊNCIA Empresa d’Ouro 2025 foi para a Jacinto Ferreira Correia & Filhos, Lda., ao passo que o Troféu AUDIÊNCIA Excelência 2025 foi atribuído a Ricardo Bastos e o Troféu AUDIÊNCIA Empreendedorismo 2025 foi concedido à JJ Teixeira.
A Believe Dance School regressou ao palco do Auditório de Olival, assinalando a sua segunda participação na Gala AUDIÊNCIA, com três magníficas atuações, que surpreenderam a plateia. Convidada a tomar a palavra, Chris Faria, responsável e diretora artística da Believe Dance School, fez questão de “agradecer, uma vez mais, o convite ao Jornal AUDIÊNCIA, para estarmos aqui hoje, novamente”. “Foi um gosto enormíssimo. Aproveito, também, para parabenizar todos aqueles que foram premiados hoje. Nós somos a Believe Dance School e já contamos com 200 alunos. Nascemos em Gaia, mas neste momento já temos um polo montado em Lousada e continuamos a crescer. Há uma coisa que é inegável que é a paixão que eles têm pela dança, a entrega e isto é aquilo que nos define. Nós temos a arte para não morrer de verdade, que nunca nos esqueçamos disso”.
Ulteriormente, Joaquim Ferreira Leite deu continuidade à atribuição dos galardões, pelo que o Troféu AUDIÊNCIA Exemplo & Vida 2025 foi para Emanuel Leão (Leão de Rebordosa), enquanto o Troféu AUDIÊNCIA Portugalidade 2025 foi para Norberto Aguiar e o Troféu AUDIÊNCIA Cultura & Espetáculo foi atribuído a Filipe La Féria.
Dirigindo-se aos vereadores da Câmara Municipal de Gaia, Elizabete Silva, Carla Costa e António Barbosa, em representação do edil Luís Filipe Menezes, Joaquim Ferreira Leite, fez uma forte reflexão sobre a política cultural em Vila Nova de Gaia, com críticas à inexistência de uma grande sala de espetáculos no concelho.
“Isto são marés vivas, mas Gaia não tem um teatro. Gaia é maior do que o Porto, tem mais 100 mil habitantes. O Porto tem casas de espetáculos praticamente às moscas, como o Rivoli, porque um presidente de Câmara entendeu que Filipe La Féria era persona non grata. Gaia tem um manancial de atores e atrizes espetacular, mas não tem uma sala de espetáculos. Gaia precisa e o ano passado pedi neste palco, mas os atores políticos eram outros, nada fizeram ou nada quiseram fazer. Os polidesportivos, os multiusos, os auditórios de freguesia, como este que tem as cadeiras rotas, convém mandar reparar, são muito importantes, mas Gaia, com esta força natural, com esta capacidade que tem, com as academias que são exemplo, no Sul do país. Não há uma Academia de Música de Vilar do Paraíso em Lisboa. Nós somos nobres nesta arte, e precisamos de uma casa de espetáculos. Uma casa não como o Teatro Variedades em Lisboa que foi agora recauchutado para 300 lugares, porque cultura acima de 300 lugares não é cultura, segundo dizem os ‘intelectuais’ portugueses. Precisamos de uma sala de espetáculos com mais de mil lugares, com um palco giratório grande, onde possamos assistir à ópera, onde possamos ter grandes musicais, teatros de revista de qualidade, onde os valores de Gaia, as marés vivas de Gaia possam expor todo o potencial. Senhoras vereadoras e senhor vereador, apelo, por vosso intermedio, ao presidente da Câmara, que ponha na sua agenda cultural a criação de um espaço digno, ao nível de Gaia. Sei que é uma preocupação para o presidente da Câmara, mas que ponha também nas preocupações que até ao final do mandato eu possa, ainda vivo, pisar um verdadeiro palco para um grande espetáculo para uma grande noite de ópera, para um grande musical. E não falta quem queira pisar um palco em Vila Nova de Gaia”, reiterou o diretor do Jornal AUDIÊNCIA.
Durante a XXI Gala AUDIÊNCIA, e pela primeira vez, o cinema também esteve em destaque, com a exibição de uma curta-metragem da autoria de Miguel Ângelo Rebelo, jovem natural da freguesia de Vilar de Andorinho, e que está a fazer o seu percurso no mundo da sétima arte.
Aproveitando o momento, Miguel Ângelo Rebelo deu a conhecer um pouco de si e de como tudo começou aos presentes. “O meu trajeto começa em 2018, quando decidi ingressar no cinema, mas para vender pipocas. Trabalhei no Arrábida Shopping e a partir daí a minha paixão por esta arte sempre esteve presente. Mais recentemente, comecei a enviar e a participar em festivais, onde tenho tido bastantes seleções. Esta curta ainda está a fazer o seu percurso, ficou pronta no final do ano, já foi selecionada para alguns festivais, já teve também menções honrosas, nomeadamente por causa da saúde mental, porque isto tem a ver com depressão e foi esse o intuito desta curta”, explicou.
Agradecendo a oportunidade que o AUDIÊNCIA, e o seu diretor, que lhe proporcionou nesta noite especial, Miguel Ângelo Rebelo referiu ainda a falta que uma sala de espetáculos faz em Vila Nova de Gaia. “Agradeço ao Jornal AUDIÊNCIA e ao diretor, porque com a sua idade, que é um jovem, tem conduzido como anfitrião fantástico esta gala. Só dar esta oportunidade já é fantástico e devia haver mais destas. Eu sinto que em Gaia, claramente, falta uma sala de espetáculos, falta cinema, falta festivais que englobem cinema ou seja, encontramos festivais pelo país, posso dizer que tenho sentido essa dificuldade, acho que é a portugalidade um pouco a falar, tenho tido mais visibilidade no exterior do que cá, sou uma figura totalmente desconhecida no panorama nacional. Isto é uma paixão, é uma arte e hoje percebemos nesta noite que a arte merece ter um caminho, merece ser valorizada, porque a arte acaba por ser um pouco a vida. Se esquecermos a arte não vamos ter como sorrir nem por que sorrir”, afirmou o cineasta, acrescentando que “gostava de receber um prémio”. “Se for aqui, já é um começo”.
Chamada ao palco pelo diretor do AUDIÊNCIA, também Andreia Teixeira, presidente da Junta de Freguesia de Vilar de Andorinho, deixou uma palavra de reconhecimento e promessa de trabalho em conjunto ao jovem cineasta.
“Desde já, quero agradecer a oportunidade ao diretor Joaquim Ferreira Leite por me dar a conhecer o Miguel Ângelo, a partir de agora não o vou deixar fugir, vamos conversar de certeza e ajudar no nosso pequeno território, na nossa pequena terrinha, de certeza que vamos ter muitas oportunidades de trabalhar em conjunto e promover o cinema. Fica a promessa”.
Presente na cerimónia esteve também Eduardo Costa, presidente da ANIR – Associação Nacional de Imprensa Regional, que deixou uma mensagem a todos os convidados. “Parabéns a todos por estarem cá e a todos os jornais representados e não representados. A relação entre poder e jornais é uma relação antiga, mas há uma coisa que sabemos, a democracia e a liberdade precisa de todos, cada um no seu papel. Parabéns ao AUDIÊNCIA e à imprensa regional”.
A entrega dos Troféus AUDIÊNCIA prosseguiu, com a entrega do galardão Novos Horizontes 2025 a Beatriz Roxo, enquanto o Troféu Projeto Desportivo 2025 foi para o Clube Hóquei dos Carvalhos e o Troféu Desporto 2025 foi concedido a Robert DaCamara.
A noite de prémios contou ainda com as atuações dos fadistas Inês Louro, que agradeceu o convite para participar pela primeira vez numa Gala do AUDIÊNCIA, e de Miguel Bandeirinha, um artista “da casa” que deu ainda a conhecer que no seu dia de anos, a 19 de abril, irá realizar um concerto no Auditório da Igreja Paroquial de São Cristóvão de Mafamude que contará, entre outros, com fadistas de Lisboa, com António Pinto Basto e Maria Emília e artistas do Norte, Mariana Lopes Correia, Patrícia Fernandes e Ana Sofia.
Ainda antes da última entrega de prémios da noite, Joaquim Ferreira Leite deu a conhecer aos presentes mais uma “maré viva” de Gaia, o fundador e compositor da banda gaiense Heavenwood, Ricardo Dias dos Santos, que deu a conhecer a todos um pouco do percurso da banda.
“Antes de mais, felicitar o Ferreira Leite que, em todas as galas, tem dado apoio a várias valências da sociedade civil, seja no desporto, cultura ou política. Esta é uma música pesada, mas que não vai ao fundo, é uma referência a nível internacional no heavy metal e tem levado a bandeira de Gaia a imensos países europeus e não só. Foi a banda pioneira a editar no Japão em 97, a tocar no maior festival da Alemanha para 300 mil pessoas, e foi a primeira banda a tocar nos Emirados Árabes Unidos, no Dubai, em 2013. E nesta gala tenho sentido um sentimento nostálgico porque tenho ouvido falar de um local que me apraz imenso, os Açores, onde mantenho imensas relações. Fomos a primeira banda a tocar nos Açores em 1998 na semana académica de S. Miguel, desde cedo os açorianos mostraram uma abertura de mente misturando uma banda de heavy metal com os Fúria do Açúcar. A música é algo transversal a todos, que vem desde os primórdios, foi o primeiro meio de comunicação. O dinheiro movimenta o mundo, mas a música movimenta a alma humana”, concluiu.
Por fim, os últimos distinguidos com o Troféu AUDIÊNCIA 2025 foram convidados a subir ao palco. Manuel António Botelho Soares recebeu o Troféu Presidente de Junta de Freguesia 2025, enquanto Hélder Freire Costa foi agraciado com o Troféu Carreira 2025. O Troféu Carreia 2025, que distinguiu José Álamo Meneses não foi entregue, uma vez que o homenageado não se encontrava presente, nem se fez representar. Por seu turno, o Troféu Instituição 2025 foi para a Federação Agrícola dos Açores, ao passo que o Troféu Autonomia 2025 foi entregue a Maria João Carreiro e o Troféu Personalidade 2025 foi concedido a Luís Filipe Menezes.
Ainda durante a XXI Gala AUIDÊNCIA, Joaquim Ferreira Leite anunciou quatro dos próximos premiados na gala de 2026. “Há quatro nomes que já estão aprovados para vencer o troféu. Carlos Teixeira, imigrante nos Estados Unidos da América; Francisco Viveiros de Fall River, Joe Puga de Montreal, Canadá, e o engenheiro Domingos Oliveira, figura do ensino e de Pedroso”.
No final, houve ainda um momento de surpresa e homenagem para o diretor do AUDIÊNCIA, Joaquim Ferreira Leite, por parte do amigo e homenageado Leão de Rebordosa, que lhe entregou uma pequena lembrança e mostrou um vídeo por tudo o que o diretor tem feito em prol da comunicação social e das pessoas.
A XXI Gala AUDIÊNCIA afirmou-se, assim, como um espaço de encontro entre cultura, cidadania e jornalismo, reforçando o papel do AUDIÊNCIA enquanto projeto editorial comprometido com a liberdade de expressão e a valorização dos territórios e das pessoas.


