A EGF, integrada no Grupo MOTA-ENGIL e URBASER, está a reorganizar, em parceria com as suas onze concessionárias, nomeadamente, Algar, Amarsul, Ersuc, Resiestrela, Resinorte, Resulima, Suldouro, Valorlis, Valorminho, Valnor e Valorsul, mais de 78.300 ecopontos por todo o país, para promover a inclusão e aumentar a reciclagem.

 

 

“Não é só uma campanha, é um movimento coletivo e inclusivo”. Este é o mote que levou a EGF, empresa de referência no setor ambiental e líder no tratamento e valorização de resíduos em Portugal, e as suas onze concessionárias, mais especificamente a Algar, a Amarsul, a Ersuc, a Resiestrela, a Resinorte, a Resulima, a Suldouro, a Valorlis, a Valorminho, a Valnor e a Valorsul, a desenvolver um movimento de mudança de comportamentos ambientais, que passa, nomeadamente, pela reorganização dos ecopontos, por forma a promover a reciclagem junto dos cidadãos com limitações.

Deste modo, azul, verde e amarelo será a nova ordem dos mais de 78300 ecopontos, que estão colocados de Norte a Sul do país. Uma mudança que pretende ajudar as pessoas com dificuldades visuais a reciclar, uma vez que, assim sendo, os cidadãos cegos ou com limitações visuais saberão sempre qual o contentor para cada tipo de material. Esta ação deve estar concluída em fevereiro de 2021.

Emídio Pinheiro, presidente do Conselho de Administração da EGF, afirmou neste seguimento que “com esta ação, não só queremos ter mais cidadãos a reciclar, como queremos que reciclem melhor e para isso temos de ser cada vez mais inclusivos. A campanha – «O Futuro do Planeta Não é Reciclável» – é mais do que um filme publicitário, este é o maior movimento de sensibilização que alguma vez foi feito, porque juntos poderemos ser o motor de uma mudança necessária e urgente”.

As onze concessionárias, compostas pela Algar, Amarsul, Ersuc, Resiestrela, Resinorte, Resulima, Suldouro, Valorlis, Valorminho, Valnor e Valorsul, já arrancaram com este projeto nas suas áreas de atuação, prevendo concluir a ação daqui a três meses. Simultaneamente, a EGF também convidou “todos os sistemas de tratamento e valorização de resíduos, Câmaras Municipais e organizações, a adotar o mesmo procedimento, para que seja possível uniformizar esta prática em todo o país”.

Para além da ordenação dos ecopontos, também o código da reciclagem presente em vários suportes informativos vai passar a estar disponível em audiodescrição. Segundo a empresa de referência no setor ambiental e líder no tratamento e valorização de resíduos em Portugal, “se, por um lado, a sinalética já tinha os símbolos colorADD (que apoia a identificação das cores pelos daltónicos), também agora os cidadãos cegos ou com dificuldades de visão podem ouvir estas regras que estão disponíveis no website da EGF ou ouvir o anúncio da campanha neste formato”.

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