Fortes aplausos e casa cheia marcaram a abertura do Festeatro 2019 – VII Festival de Teatro Amador de Vila Nova de Gaia com a peça levada à cena p’ «Os Plebeus Avintenses», intitulada «Morte e Vida Severina», de autoria de João Cabral de Mello Neto, com música de Chico Buarque de Holanda, encenação de Jorge Castro Guedes e direção musical de João Carlos Soares.

«Este festival de teatro de amadores tem demonstrado ser um evento de grande relevância cultural que a Câmara de Gaia acolhe de forma inequívoca», afirmou a vereadora da Cultura, Paula Carvalhal, na abertura do Festeatro que decorreu, no último domingo, no Auditório Municipal de Gaia, com a presença do vice-presidente, Patrocínio Azevedo.

A autarca evidenciou, na circunstância, a importância da expressiva participação de jovens atores nesta sétima edição do festival: «É uma excelente notícia termos, em Gaia, teatro infanto-juvenil, para podermos dar continuidade a esta arte quase milenar».

A opinião foi corroborada pelo presidente da Federação das Coletividades de Vila Nova de Gaia, Paulo Rodrigues, que destacou também a «enorme satisfação» pela participação de dezenas de jovens neste festival, considerando que esta circunstância representa a «garantia de continuidade do teatro amador no concelho, fruto da aposta realizada em muitas coletividades de Gaia».

Paulo Rodrigues anunciou, a propósito, a realização de três peças de teatro juvenil, «todas com imensa qualidade e que surpreenderão o nosso público», designadamente a peça que marcará o encerramento do Festeatro, intitulada «Eu, Anne», a partir do diário de Anne Frank.

«Morte e Vida Severina» conta a história de uma viagem em que Severino se depara com situações de morte, de desespero, de miséria e de fome, causadas principalmente pela seca».

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