GAIA INICIOU A CONSTRUÇÃO DA NOVA UNIDADE DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS

O arranque da obra de construção da Unidade de Cuidados Continuados Integrados de Gaia foi assinalado no passado dia 25 de junho. Situado em Oliveira do Douro e com um investimento de 3,5 milhões de euros resultante da candidatura da STGT Projects ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), este projeto permitirá a criação de um total de 153 camas, sendo 120 para cuidados de longa duração e manutenção e 33 para cuidados de convalescença.

 

 

Foi com uma cerimónia simbólica que se deu, no passado dia 25 de junho, o pontapé de saída para um dos projetos mais estruturantes da área da saúde em Vila Nova de Gaia. A futura Unidade de Cuidados Continuados Integrados, que está a nascer em Oliveira do Douro, representará uma resposta concreta às necessidades crescentes da população envelhecida e à pressão sobre o Serviço Nacional de Saúde.

A nova unidade contará com 153 camas, das quais 120 serão destinadas a cuidados de longa duração e manutenção e 33 a cuidados de convalescença. Parte das camas serão contratualizadas com o Estado, garantindo, assim, resposta a serviços como o Hospital de Gaia e outra parte será de índole privada.

O investimento, superior a 3,5 milhões de euros, resulta da candidatura da empresa STGT Projects ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), com conclusão prevista para o verão de 2026.

Durante a cerimónia, José Teixeira, administrador da STGT Projects – Gaia, Lda., congratulou-se com “o arranque de um projeto estruturante para a rede de cuidados continuados da região Norte” que a construção desta unidade representa. “Este projeto representa uma aplicação responsável de fundos públicos ao serviço da comunidade no âmbito do PRR, num investimento superior a 3,5 milhões de euros que se traduzirá num espaço dedicado ao cuidado, à recuperação e à dignidade humana”, destacou o administrador da STGT Projetcts.

O responsável acrescentou, ainda, que esta valência será equipada “com todas as estruturas modernas e tecnologia de ponta, pensada para dar resposta aos desafios complexos do envelhecimento e da dependência”, garantindo que “a construção obedecerá aos princípios rigorosos da sustentabilidade ambiental, eficiência energética e conforto”.

Para José Teixeira, trata-se de “uma resposta real e urgente às necessidades sentidas por famílias e profissionais, aliviando a pressão sobre o SNS e favorecendo a rede nacional de cuidados continuados integrados. Um espaço de humanidade, reabilitações e esperança”.

Também o presidente da Câmara Municipal de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, sublinhou tratar-se de “um projeto absolutamente estruturante” para o concelho, realçando a cooperação entre o setor público e o setor privado que permitiu a criação deste equipamento. “Para além da resposta que dá a quem necessita, assegura também uma resposta interinstitucional, por exemplo, ao nosso hospital, que vai passar a ter uma resposta mais imediata, mais direta e mais próxima para pessoas com um pós-operatório mais longo ou uma necessidade de cuidados continuados”, afirmou o edil.

Segundo o autarca, esta unidade será “um edifício icónico para a freguesia de Oliveira do Douro e para Vila Nova de Gaia”, destacando, ainda, que permitirá uma “mais forte integração e articulação dos serviços de saúde” no concelho.

A Unidade de Cuidados Continuados Integrados, atualmente em construção em Oliveira do Douro, é uma das três aprovadas, no âmbito do PRR, para o concelho de Gaia. A esta, somam-se a que será construída pela FOCO Saúde, S.A. em Canidelo, com 132 camas, e a que resulta da candidatura da Santa Casa da Misericórdia de Gaia, em Vilar do Paraíso, com 30 camas.