Natural de Vila Nova de Gaia, o cineasta Miguel Ângelo Rebelo encontrou na sétima arte uma forma de unir a paixão pela música, fotografia, pintura e filosofia, criando obras marcadas pela introspeção e pela reflexão sobre a sociedade contemporânea. Nesta entrevista ao AUDIÊNCIA, o fundador da MAR Productions falou sobre o percurso no cinema de autor, a influência da filosofia nas suas produções, os desafios de ser realizador independente em Portugal e a crescente presença da Inteligência Artificial no universo cinematográfico. O criador de curtas-metragens como “Se eu fosse o diabo”, “Se eu fosse Deus” e “Letters in Grey” defendeu a importância da arte enquanto expressão profundamente humana e revelou ainda os próximos projetos, entre os quais o aguardado “Se eu fosse um humano”, terceira parte da trilogia que questiona a relação entre a humanidade, a tecnologia e a consciência.
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